- O Conselho de Segurança da ONU realiza uma reunião de emergência neste sábado, 28, para discutir os ataques ao Irã realizados pelos Estados Unidos e Israel.
- O órgão, composto por quinze membros com direito a voto, é responsável por manter a paz e a segurança internacionais e identificar ameaças ou atos de agressão.
- A reunião visa promover a solução pacífica do conflito, indicar métodos de acordo e pode impor sanções ou autorizar o uso da força, conforme a Carta das Nações Unidas.
- Segundo a Carta, todos os Estados-Membros são obrigados a cumprir as decisões do conselho.
- Além dos cinco membros permanentes — China, França, Federação Russa, Reino Unido e Estados Unidos — integram o conselho Bahrein, Colômbia, República Democrática do Congo, Dinamarca, Grécia, Letônia, Libéria, Paquistão, Panamá e Somália, com mandatos de dois anos.
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) realizou neste sábado (28) uma reunião de emergência para tratar dos ataques envolvendo o Irã no Oriente Médio. A sessão analisa ataques realizados por Estados Unidos e Israel contra o Irã e busca avaliar impactos sobre a paz e a segurança internacionais. A reunião foi convocada em meio a tensões crescentes na região.
O encontro ocorre na sede da ONU em Nova York, com participação dos 15 membros que compõem o Conselho. A pauta envolve a avaliação de ameaças à paz, a atuação das partes envolvidas e a possibilidade de medidas para restabelecer a estabilidade regional, conforme previsto na Carta das Nações Unidas.
O Conselho de Segurança é responsável por determinar a existência de ameaça ou ato de agressão e pode sugerir vias de resolução pacífica, bem como impor sanções ou autorizar o uso de força para manter a paz. A obrigatoriedade de cumprimento das decisões por todos os membros está prevista na carta da organização.
Composição e funcionamento
Entre os 15 membros, estão cinco permanentes com veto: China, França, Federação Russa, Reino Unido e Estados Unidos. O grupo é também composto por membros não permanentes, com mandatos de dois anos, incluindo Bahrein, Colômbia, República Democrática do Congo, Dinamarca, Grécia, Letônia, Libéria, Paquistão, Panamá e Somália.
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