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Reação global a ataques de Israel e EUA contra o Irã

Reação internacional aos ataques de Israel e Estados Unidos contra o Irã amplia tensão regional e aumenta o risco de escalada no Oriente Médio

Smoke rises following an explosion, after Israel and the U.S. launched strikes on Iran, in Tehran, Iran, February 28, 2026. Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS
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  • Israel e os Estados Unidos lançaram ataques contra o Irã no sábado, levando o Oriente Médio a uma nova escalada de confronto militar.
  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que pretende destruir o arsenal de mísseis de Teerã e impedir o desenvolvimento de uma arma nuclear.
  • Dmitry Medvedev, vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, afirmou que negociações com o Irã seriam uma operação de encobrimento e questionou quem tem mais paciência para esperar o desfecho dos rivais.
  • Nawaf Salam, primeiro-ministro do Líbano, afirmou que o país não aceitará ser arrastado para aventuras que possam ameaçar sua segurança e unidade.
  • Espen Barth Eide, ministro de Relações Exteriores da Noruega, disse que, embora Israel descreva o ataque como preventivo, ele não está alinhado à lei internacional, já que ataques preventivos exigem ameaça imediatamente iminente.

Israel e os Estados Unidos lançaram ataques contra o Irã neste sábado, elevando as tensões no Oriente Médio em meio a uma nova confrontação militar. O anúncio ocorreu em meio a declarações do presidente dos EUA sobre a destruição do arsenal de mísseis iranianos e a prevenção do desenvolvimento de armas nucleares.

O impacto imediato foi sentido como uma escalada regional, com países observando de perto as consequências estratégicas e o equilíbrio de poder na região. Autoridades e analistas destacam que a ofensiva pode provocar respostas de diferentes frentes e exigir novas avaliações de alianças regionais.

Diplomatas e líderes de fora da região reagiram a forma como o ataque foi conduzido, enfatizando o debate sobre legalidade internacional e a necessidade de contenção para evitar uma escalada maior.

Reações internacionais

DMITRY MEDVEDEV, vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, afirmou que a atuação é vista como uma repetição de tentativas de negociação fictícias com o Irã e que a paciência pode favorecer o lado que não busca negociações reais.

NAWAF SALAM, primeiro-ministro do Líbano, reiterou que o país não aceitará ser envolvido em aventuras que coloquem em risco a segurança e a unidade interna.

ESPE BARTH EIDE, ministro das Relações Exteriores da Noruega, classificou a ofensiva como ofensiva preventiva, mas questionou sua conformidade com o direito internacional, destacando que ataques preventivos exigem ameaça imediata.

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