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Cardeal com telefone em conclave secreto para eleger o Papa Leão, diz livro

Conclave secreto é interrompido por cardeal flagrado com celular; livro revela votos que elegeram Prevost como Papa Leo XIV

Pope Leo XIV stands in the Sistine Chapel among cardinals after being elected, at the Vatican, May 8, 2025. Vatican Media/Francesco Sforza/Handout via REUTERS/ File Photo
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  • Conclave secreto que elegeu o Papa Leo XIV foi interrompido quando um dos 133 cardeais foi flagrado com um celular; o local tinha bloqueio de sinal para evitar comunicações externas.
  • O episódio é descrito como uma violação de segredo “imprevisível” e sem precedentes na história de conclaves modernos.
  • O livro revela, pela primeira vez, os votos dos cardeais durante a eleição e aponta apenas dois favoritos iniciais: o cardeal italiano Pietro Parolin e o cardeal americano Robert Prevost, que virou Leo XIV.
  • Na primeira votação, Prevost recebeu entre vinte e trinta votos; na quarta votação, realizada na tarde de oito de maio, ele venceu com cento e oito votos.
  • O conclave ocorreu nos dias sete e oito de maio, após a morte do Papa Francisco em abril, e Resultou na escolha do primeiro pontífice dos Estados Unidos.

O conclave secreto que escolheu o Papa Leo XIV foi interrompido quando um dos 133 cardeais envolvidos foi flagrado com um celular, segundo um livro publicado no fim de semana. O episódio ocorreu enquanto os cardeais se preparavam para a primeira votação na Capela Sistina, no Vaticano, durante o conclave de maio.

Segundo o livro The Election of Pope Leo XIV, escrito por dois veteranos jornalistas vaticanos, a sinalização de um telefone ativo dentro do recinto com equipamento anti-espionagem em funcionamento levou à interrupção. O momento provocou surpresa entre os presentes e foi descrito como uma quebra de sigilo de proporções inimagináveis.

A obra não identifica o cardeal nem sugereMotivos por trás do episódio, descrevendo apenas que o autor ficou “desorientado e angustiado” com a descoberta. A segurança do conclave é apontada como rigorosa, com votos feitos sob juramento de confidencialidade.

Brecha de sigilo

A narrativa detalha que o episódio ocorreu na véspera da primeira rodada de votação. A polícia do Vaticano e a equipe de segurança trabalham para reforçar procedimentos após o incidente, que, segundo o livro, superou qualquer ficção recente sobre o tema. A imprensa foi mantida afastada durante o conclave.

Votos e desfecho do conclave

O conclave ocorreu de 7 a 8 de maio, com foco na escolha do líder da Igreja Católica após a morte do Papa Francisco. O livro revela pela primeira vez dados sobre o apoio interno aos candidatos, com dois nomes aparecendo como favoritos: o italiano Pietro Parolin, figura de longa data no Vaticano, e o arcebispo americano Robert Prevost, que viria a ser eleito Papa Leo.

No primeiro voto, Prevost recebeu entre 20 e 30 votos, uma marca incomum. No quarto escrutínio, em 8 de maio, Prevost venceu com 108 votos. O cardeal Luis Antonio Tagle aparece como segunda figura de peso, ao lado de Prevost na contagem final.

A divulgação dos votos é considerada prática incomum, já que cardeais costumam manter sigilo mesmo depois do conclave. A publicação do livro cita entrevistas com participantes e oferece uma visão interna do processo.

A Santa Sé não comentou as informações do livro até o momento, e a imprensa mantém cautela sobre o potencial impacto de revelações privadas. A eleição de Leo XIV consolidou o primeiro pontífice norte-americano na história, segundo as fontes citadas.

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