- Mais de mil manifestantes marcharam às embaixadas dos EUA e de Israel em Atenas para protestar contra ataques no Irã.
- Participação principalmente de membros do Partido Comunista Grego, com faixas como “Hands off Iran” e “close Souda base”.
- Atenas anunciou reforço de segurança na base naval Souda, em Creta, facility estratégica para os Estados Unidos no Mediterrâneo oriental.
- As embaixadas foram isoladas por filas de ônibus de polícia.
- A polícia informou que o número de manifestantes foi superior a 1.300.
Mais de mil manifestantes marcharam neste domingo até as embaixadas dos EUA e de Israel em Atenas para protestar contra ataques ao Irã.
Os participantes se posicionaram em apoio a uma linha antiáva e pediram o fim das ações militares na região.
A mobilização ocorreu após notícias de ataques recentes e intensificou a pressão pública em torno do tema.
Demonstrantes, em sua maioria filiados ao Partido Comunista da Grécia, carregaram faixas em defesa do Irã e pediram o fechamento de bases estrangeiras na região.
Entre os cartazes, havia consignas pedindo neutralidade e o fim das intervenções militares.
O ato manteve o tom de oposição a ações militares globalmente.
Governo grego informou que reforçou a segurança na base naval de Souda, na ilha de Creta, considerada estratégica para os Estados Unidos no Mediterrâneo oriental.
A decisão foi tomada no sábado, conforme fontes oficiais, em meio a preocupações com potenciais incidentes regionais.
As autoridades locais reforçaram a presença policial na região para evitar confrontos.
As embaixadas dos EUA e de Israel em Atenas ficaram isoladas, com várias linhas de ônibus da polícia posicionadas ao redor das entradas.
Segundo a polícia, o número de manifestantes passou de 1.300, condicionando o deslocamento de algumas vias na capital grega.
Ninguém informou incidentes graves durante a marcha, que transcorreu de forma relativamente ordenada.
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