- A morte do líder supremo Ayatollah Ali Khamenei foi anunciada pela televisão estatal nas primeiras horas de domingo, após ataque dos EUA e de Israel.
- Em Teerã, cúmplices prestaram luto em praça lotada, com pessoas vestidas de preto e várias chorando.
- Em outras cidades, vídeos nas redes sociais mostraram celebrações, com quedas de monumentos em Dehloran, Karaj e Izeh.
- Em Galleh Dar, monumento a Ayatollah Ruhollah Khomeini foi derrubado durante as comemorações.
- A Reuters informou que milhares de iranianos morreram em repressões anteriores a protestos, em janeiro, e que a morte de Khamenei pode intensificar tensões internas e externas.
A notícia sobre a morte do líder supremo do Irã, Ayatollah Ali Khamenei, chegou no início deste domingo, quando a imprensa estatal confirmou o falecimento após um ataque dos EUA e de Israel no sábado. Em Teerã, cinegrafias mostraram multidões em praça pública, vestidas de preto e com forte comoção entre os presentes. A confirmação ocorreu pouco depois do ataque, que elevou as tensões regionais.
Imagens de rua mostraram uma divisão clara: muitos lamentos e velas acesas, enquanto outros grupos celebraram a morte do líder. Vídeos de redes sociais registraram celebrações em várias cidades, com manifestações que incluíram derrubada de estátuas e danças nas vias públicas.
Entre as cidades onde houve celebração, destacaram-se Dehloran, Karaj, Izeh e Galleh Dar. Em Dehloran, moradores derrubaram uma estátua associada aos símbolos do regime, enquanto em Karaj houve cantos de comemoração. Em Izeh, as ruas foram tomadas por saudações públicas.
A manhã seguinte trouxe relatos de tumultos e de acesso a diferentes pontos urbanos, com quadros de fogo em algumas rotatórias. Em Galleh Dar, a derrubada de um monumento histórico acentuou a sensação de reconfiguração política entre parte da população.
Ao comentar o ataque, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que Irã enfrentaria consequências severas. Em Teerã, apoiadores do governo expressaram indignação e prometeram buscar justiça pelo que chamaram de martírio do líder.
Entretanto, relatos de duas fontes independentes apontaram que parte da população manteve a cautela. Em entrevistas, alguns cidadãos evitaram comemorações, citando incertezas sobre o futuro político do país.
O contexto de 2024 a 2025 inclui um histórico de protestos no Irã, marcado por movimentos estudantis e sociais que reivindicam reformas. O governo já enfrentava críticas por políticas internas, econômicas e por restrições a liberdades.
Entre os eventos relevantes, permanece a lembrança das manifestações de janeiro, quando milhares de iranianos morreram durante ações de repressão. As informações sobre os desdobramentos seguem sendo monitoradas por fontes oficiais e observadores internacionais.
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