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Campanha de pacificador de Prabowo se estende ao Irã

O presidente da Indonésia oferece mediação entre Irã e potências após ataques, elevando o papel diplomático de seu país no cenário global

Indonesian President Prabowo Subianto gestures as he speaks to media on arrival from Egypt, where he attended the Gaza peace summit, at Halim Perdanakusuma Air Force Base in Jakarta, Indonesia, on Oct. 14, 2025.
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  • A Indonésia ofereceu mediar negociações entre Irã, após ataques dos Estados Unidos e de Israel, com o presidente Prabowo Subianto sinalizando disposição para viajar a Teerã.
  • O Ministério das Relações Exteriores afirmou que o país “registra com pesar” a falha das negociações e pediu contenção, sem condenar os ataques.
  • A aposta de Prabowo é criar um papel de destaque internacional como pacificador, mantendo o foco na estabilidade regional.
  • Malaysia e Brunei criticaram os ataques e defenderam a resolução de disputas por via diplomática e dentro do direito internacional.
  • Outros países da região adotaram tom variável, com declarações menos confrontacionais do que as críticas à ação contra o Irã.

Indonesia se oferece para mediar negociações com o Irã após ataques dos EUA e de Israel. O governo afirmou que o presidente Prabowo Subianto está disposto a viajar a Teerã para atuar como mediador. O Ministério das Relações Exteriores pontuou que o país não condena os ataques, mas expressa profunda preocupação com o fracasso das negociações.

A posição de cidade-estado muçulmana, maior país muçulmano do mundo, surge como esforço de ampliar o papel de Prabowo no cenário internacional como pacificador. Críticos enxergam a medida como arriscada para a imagem do líder frente à opinião pública local. Diplomatas destacam que a situação pode alterar alianças regionais.

Entre aliados e vizinhos, Malaysia e Brunei adotaram tom crítico, enquanto Singapura e Filipinas sinalizaram cautela. O Afeganistão, a Indonésia e Laos ainda não divulgaram respostas formais. Repercussões regionais incluem possíveis impactos no preço do petróleo e na segurança regional.

O que estamos acompanhando

Malaysia avança em ações contra LGBT, com bloqueio de apps Grindr e Blued. Autoridades sugerem usar o termo “cultura desviada” para evitar normalização. O governo afirma buscar medidas para evitar a presença de apps na loja de programas.

Indonesia condena corrupção ligada à Pertamina e prende nove people. O julgamento envolve perdas estatais de aproximadamente US$ 17 bilhões. Entre os condenados está Mohammed Kerry Adrianto Riza, filho de Riza Chalid, conhecido como o “doador de gasolina”.

A imprensa local aponta que Chalid mantém fortes vínculos com a política, e que prós e contras da perseguição tensionam a política interna. Críticos veem a operação como ferramenta de combate à corrupção, enquanto opositores sugerem uso político.

Cobra Gold e o eixo EUA-Tailândia

Nos últimos dias, o exercício militar Cobra Gold, envolvendo mais de 8 mil participantes de 30 países, começou no dia 24 de fevereiro na Tailândia e segue até 6 de março. Brasil, Japão e Coreia do Sul aparecem entre os participantes plenos; China, Índia e Austrália participam de atividades selecionadas.

A aliança EUA-Tailândia tem mostrado sinais de deslocamento, com a política tailandesa buscando equilibrar entre Washington e Pequim. A relação permanece sólida, mas a cooperação tem sido ajustada diante de mudanças regionais e estratégicas.

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