- Um cidadão chinês morreu em Teerã durante o conflito com o Irã, segundo a diplomacia chinesa, e mais de três mil pessoas foram evacuadas.
- Embaixadas e consulados da China em países vizinhos criaram grupos de trabalho para receber e auxiliar os evacuados.
- Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, afirmou que a China não foi informada previamente sobre as ações militares dos EUA contra o Irã.
- A chancelaria negou que o Irã e a China estivessem perto de fechar um acordo para a compra de mísseis supersónicos anti-navio.
- Pequim condenou os ataques e a morte do líder iraniano Ali Khamenei, pediu cessar-fogo imediato e respeito à soberania e integridade territorial dos Estados do Golfo.
O conflito envolvendo Irã resultou na morte de um cidadão chinês em Teerã, capital, e na evacuação de mais de 3.000 pessoas, informou o Ministério das Relações Exteriores da China nesta segunda-feira. Embaixadas e consulados chineses em países vizinhos intensificaram ações para ajudar os afetados.
Segundo o porta-voz Mao Ning, equipes de trabalho montadas pelas representações chinesas devem receber e assistir os evacuados, mas não foi informado como será o retorno ao território chinês. A China não recebeu aviso prévio sobre as ações militares dos EUA contra o Irã.
Mao também negou a existência de acordo próximo entre Irã e China para a compra de mísseis anti-navio supersônicos, descrevendo a China como potência responsável que cumpre obrigações internacionais. Ela condenou os ataques e pediu o fim imediato da violência para evitar escalada.
Desdobramentos diplomáticos
As autoridades chinesas ressaltaram a necessidade de respeitar soberania, segurança e integridade territorial dos estados do Golfo e ressaltaram a importância de comunicação entre países para evitar novas crises.
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