- O presidente do Conselho Europeu, António Costa, apoiou a decisão do governo do Líbano de encerrar atividades militares do Hezbollah e exigir que os responsáveis pelo ataque a Israel sejam punidos.
- Costa afirmou que é essencial que Israel e Líbano retomem a coordenação de segurança para desarmar o Hezbollah e garantir a segurança dos libaneses.
- O líder da UE disse, em postagem, ter conversado com o presidente do Líbano, Michel Aoun, sobre o tema.
- Em outra divulgação, Costa informou ter falado com o presidente de Chipre, Nikos Christodoulides, para reforçar o apoio da União Europeia após um drone Shahed, possivelmente lançado pelo Hezbollah apoiado pelo Irã, ter atingido uma base militar britânica em Chipre.
- Costa também agradeceu ao primeiro-ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, pelo apoio militar da Grécia a Chipre.
O presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa, afirmou que recebe com otimismo a decisão do governo do Líbano de encerrar as atividades militares da Hezbollah e de exigir que os responsáveis pelo ataque contra Israel sejam punidos. A declaração foi feita em Brussels nesta segunda-feira, após Costa falar com o presidente do Líbano, Joseph Aoun. Ele também ressaltou a necessidade de retomar a coordenação de segurança entre Israel e Líbano para desarmar a Hezbollah e assegurar a proteção dos cidadãos libaneses.
Costa acrescentou que a cooperação regional é essencial para reduzir tensões e manter a estabilidade na região. Em suas mensagens, o chefe do governo português manteve o tom institucional e reiterou o apoio à estabilidade do Líbano dentro do marco da segurança regional.
Apoio europeu a Chipre e a Kyriakos Mitsotakis
Em outra comunicação, Costa informou que conversou com o presidente de Chipre, Nikos Christodoulides, para transmitir o suporte da União Europeia após o ataque de um drone Shahed, de origem iraniana e provavelmente operado pela Hezbollah financiada pelo Irã, que atingiu uma base militar britânica na ilha. Costa também agradeceu ao primeiro-ministro grego Kyriakos Mitsotakis pelo apoio militar grego a Chipre.
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