- EUA enviam mais reforços a Oriente Médio; o Pentágono informou que o despliegue envolve milhares de militares, centenas de caças de quarta e quinta geração, dezenas de aviões cisterna e apoio logístico, com reforços acrescentados ainda hoje.
- A ofensiva mira destruir mísseis e a Armada iraniana, com foco inicial em centros de comando para impedir resposta coordinada; nos dois primeiros dias, foram atingidos mil alvos com dezenas de milhares de projéteis.
- O objetivo final não está totalmente definido e varia entre mudança de regime, destruição do programa nuclear e armamento iraniano; o secretário de Defesa afirmou que “não é guerra de mudança de regime, mas o regime mudou”.
- As autoridades disseram que a operação não se encerra em uma única noite; tempo para alcançar objetivos será necessário e haverá novas baixas entre soldados, segundo o Comando Central.
- Ocorrências em campo incluem a morte de um quarto soldado e o derribo de três F-18 norte-americanos por fogo amigo em Kuwait; pilotos conseguiram escapar de paraquedas.
El Pentágono informou que os EUA reforçaram suas posições no Oriente Médio, ampliando a operação que envolve Irã. A iniciativa começou no fim de semana passado e já alcançou áreas próximas a Chipre, com o objetivo declarado de neutralizar capacidades militares iranianas e dissuadir avanços regionais.
Segundo o comando, o reforço inclui milhares de militares de todas as forças, centenas de caças de quarta e quinta geração e dezenas de aeronaves de tanker. Também há grupos de ataque de porta-aviões e um fluxo contínuo de munição e combustível, com apoio de reconhecimento e inteligência.
Detalhes da estratégia e duração
O chefe do Estado-Maior, general Dan Caine, afirmou que a operação tende a ser prolongada e que o fluxo de reforços continua. O almirante Brad Cooper, responsável pelo Comando Central, deverá receber novas reforços ainda hoje. A estratégia não definiu um prazo fixo para atingir os objetivos.
O Secretário de Defesa, Pete Hegseth, mencionou que os objetivos permanecem sob revisão, com foco na destruição de mísseis e da força naval iraniana, além de impedir um programa de armas nucleares. Ele destacou que a duração da operação depende do presidente, Donald Trump, e que a intenção não é uma guerra de longo prazo.
Desdobramentos e contexto
De acordo com o Comando Central, os ataques iniciais visaram centros de comando iranianos para reduzir resposta coordenada, com duração estimada ainda indefinida. O Pentágono sinalizou também que foram severamente avaliados riscos de novas baixas entre militares norte-americanos, à medida que a ofensiva avança.
Relatos indicam que, nos primeiros dois dias de ações, houve destruição de alvos estratégicos em território iraniano, além de ataques a uma base no Kuwait em resposta a incidentes anteriores. Houve também registro de fogo amigo envolvendo aeronaves F-18, sem maiores detalhes sobre consequências.
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