- O general Dan Caine apresentou a linha do tempo inicial da operação militar dos EUA no Irã e confirmou que, até o momento, quatro membros das forças americanas foram mortos e quatro ficaram gravemente feridos.
- Em vinte e sete de fevereiro, o presidente Donald Trump deu a ordem final: a Operação Epic Fury foi aprovada; as forças fizeram preparativos finais, com defesas aéreas verificando sistemas, pilotos treinando pacotes de ataque e dois grupos de porta-aviões se aproximando dos pontos de lançamento; Cyber Command e Space Command atuaram para comprometer a capacidade iraniana de ver, comunicar e responder antes do ataque.
- Em vinte e oito de fevereiro, às uma e quinze da manhã, mais de cem aeronaves de terra e mar foram lançadas, iniciando uma ação sincronizada; o ataque aéreo diurno atingiu mais de mil alvos nas primeiras vinte e quatro horas.
- Em um a dois de março, o foco inicial dos ataques foi na infraestrutura de comando e controle do Irã, forças navais, postos de mísseis balísticos e infraestrutura de inteligência, com o objetivo de desorientar o adversário e estabelecer superioridade aérea.
- O andamento da operação inclui baterias de defesa Patriot e THAAD e destróieres da marinha com defesa antimísseis, enquanto interceptações de centenas de mísseis continuam; bombardeiros B‑2 fizeram voo de ida e volta de 37 horas a partir dos Estados Unidos; Israel realizou centenas de missões, e a ameaça de drones de ataque permanece presente 57 horas após o início.
O mais alto escalão militar dos Estados Unidos apresentou, nesta segunda-feira, uma linha do tempo inicial da operação militar em território iraniano. O anúncio ocorre em meio a informações sobre baixas entre militares dos EUA e danos a infraestrutura inimiga.
O General Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto, descreveu a sequência de ações que deram início à ofensiva. Segundo ele, quatro militares americanos morreram e outros quatro ficaram gravemente feridos até o momento.
A contextualização foi apresentada a partir de Washington, com dados sobre as etapas iniciais da operação, que recebeu autorização presidencial na noite de 27 de fevereiro.
Início e preparação
Na tarde de 27 de fevereiro, às 15h38 no horário de Washington, o Comando Central dos EUA recebeu o aval final do presidente Donald Trump: a operação Epic Fury estava aprovada sem abortos. Armamentos foram carregados e grupos de navios se deslocaram para pontos de lançamento.
Antes da ofensiva, comandos de cyberspace e espaço decolaram para interromper a vigilância e resposta iranianas. Baterias de defesa aérea foram revisadas e tripulações treinaram pacotes de ataque.
Primeiro ataque e ações de suporte
Em 28 de fevereiro, por volta de 1h15, mais de 100 aeronaves de terra e mar decolaram em uma onda única. O ataque diurno atingiu mais de 1.000 alvos em 24 horas, com mísseis Tomahawk disparados pela Marinha.
Os primeiros disparos ficaram a cargo de armas de precisão lançadas a partir do solo. O foco inicial foi em infraestrutura de comando, forças navais, sites de mísseis balísticos e inteligência.
Fatias da operação e desdobramentos
Para 1º e 2 de março, o objetivo foi desorientar e confundir o adversário, segundo Caine. Verifica-se estabelecimento de superioridade aérea para proteção das tropas e continuidade das operações.
Os Estados Unidos empregaram bombardeiros B-2 em missões de longa duração, com retorno de 37 horas. Israel, segundo relato, realizou centenas de missões contra alvos na região, em apoio não detalhado.
A ofensiva segue com baterias Patriot e THAAD, bem como destróieres com capacidades de defesa de mísseis balísticos. Interceptos de centenas de mísseis continuam, visando forças americanas e aliadas. Drones de ataque permanecem como ameaça persistente 57 horas após o início.
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