- EUA usaram a inteligência artificial Claude na ofensiva militar contra o Irã no último sábado, dia 28, conforme reporta o The Wall Street Journal.
- O Comando Central dos EUA no Oriente Médio (Centcom) utiliza Claude, mas não comentou como o assistente foi empregado na operação atual.
- Segundo a reportagem, o Centcom integra IA em suas operações, incluindo avaliações de inteligência, identificação de alvos e simulação de cenários de batalha.
- Claude é um aplicativo de IA similar ao ChatGPT, que pode conectar modelos de linguagem a outros sistemas para executar funções mais complexas.
- O governo dos EUA ordenou que órgãos federais deixassem de usar programas da Anthropic, após a empresa restringir o uso irrestrito de seus modelos pela Defesa, gerando atritos sobre vigilância e armamento autônomo.
O Exército dos EUA utilizou a ferramenta de inteligência artificial Claude, rival do ChatGPT, na ofensiva militar contra o Irã no último sábado, 28 de outubro. A informação foi publicada pelo Wall Street Journal e confirmada por Axios e Reuters.
Segundo o WSJ, o Comando Central dos EUA no Oriente Médio (Centcom) integra IA em suas operações, incluindo avaliações de inteligência, identificação de alvos e simulação de cenários de batalha. A forma exata de uso do Claude não foi divulgada.
Uso da IA na operação
O Claude, aplicativo similar ao ChatGPT, pode conectar modelos de linguagem a outros programas para executar tarefas complexas. O Centcom mantém o Claude em suas capacidades, mas não comentou detalhes da atual ofensiva.
Atrito com a Anthropic
A operação ocorre em meio a tensões com a Anthropic, empresa criadora da ferramenta. Na sexta-feira, o presidente Donald Trump ordenou que órgãos federais suspendam o uso de programas da Anthropic.
Contexto e desdobramentos
O governo americano enfrenta discordâncias sobre o uso irrestrito de IA em operações militares e vigilância. A decisão de restringir o uso da Anthropic afeta sistemas de armamento autônomo e coleta de dados.
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