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Pentágono diz ao Congresso que não há indícios de Irã atacando os EUA primeiro

Pentágono diz ao Congresso não haver indícios de que Irã planejava atacar os EUA em primeiro ataque, questionando a base da ofensiva

The Pentagon is seen from the air in Washington, U.S., March 3, 2022, more than a week after Russia invaded Ukraine. REUTERS/Joshua Roberts/File Photo
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  • Em briefings à portas fechadas, oficiais da administração reconheceram que não havia inteligência indicando que o Irã iria atacar primeiro as forças americanas.
  • os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã na véspera, com mais de mil alvos atingidos e navios iranianos afundados, segundo autoridades.
  • Trump argumentou que os ataques visavam impedir o Irã de ter arma nuclear, conter o programa de mísseis e eliminar ameaças aos EUA e aliados.
  • briefings no Pentágono duraram mais de noventa minutos, destacando ameaça de mísseis balísticos e de forças proxy, sem evidência de ataque prévio iraniano.
  • três militares dos Estados Unidos morreram e cinco ficaram gravemente feridos; as forças americanas afirmam ter atingido mais de mil alvos iranianos.

O Pentágono informou ao Congresso que não havia inteligência indicando que o Irã planejava atacar as forças dos EUA em primeiro lugar. A revelação foi feita em briefings fechados, segundo duas fontes familiarizadas com o assunto.

No sábado, EUA e Israel lançaram ataques contra o Irã, com milhares de alvos atingidos. As autoridades disseram que as ações visavam impedir o programa nuclear iraniano e neutralizar ameaças de mísseis e de forças locais.

As informações, que contradizem parte do argumento usado por alguns assessores para justificar a ofensiva, foram apresentadas aos membros de comitês de segurança nacional do Senado e da Câmara em briefings de mais de 90 minutos.

As autoridades enfatizaram que o Irã representa uma ameaça por meio de mísseis balísticos e por meio de forças proxy na região, mas não havia inteligência de ataque prévio ao território americano, conforme relatos de fontes familiarizadas.

O presidente Donald Trump afirmou que a operação foi articulada para impedir que o Irã obtenha armas nucleares, conter o programa de mísseis e eliminar ameaças a Estados Unidos e aliados. Também mencionou pressão diplomática para mudança de regime, sem evidências apresentadas.

Críticos democratas classificam a campanha como uma “guerra por opção” e questionam a decisão de abandonar negociações que tinham potencial de acordos, segundo mediadores.

Até o momento, três soldados americanos morreram e cinco ficaram gravemente feridos, segundo o Comando Central dos EUA. Outras aeronaves e navios de guerra identificam mais de mil alvos iranianos atingidos.

A operação contou com ações de bombardeiros via ar e ataques a instalações de mísseis subterrâneas. A ofensiva segue em curso e deve se estender por semanas, segundo autoridades militares.

Uma pesquisa divulgada pela Reuters/Ipsos mostrou apoio de 27% aos ataques, 43% desaprovação e 29% indecisos entre os norte-americanos, no momento.

Fontes e autoridades resaltam repetidamente que o objetivo central é neutralizar capacidades estratégicas iranianas e proteger interesses dos EUA e de aliados regionais.

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