- Em briefings à portas fechadas, oficiais da administração reconheceram que não havia inteligência indicando que o Irã iria atacar primeiro as forças americanas.
- os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã na véspera, com mais de mil alvos atingidos e navios iranianos afundados, segundo autoridades.
- Trump argumentou que os ataques visavam impedir o Irã de ter arma nuclear, conter o programa de mísseis e eliminar ameaças aos EUA e aliados.
- briefings no Pentágono duraram mais de noventa minutos, destacando ameaça de mísseis balísticos e de forças proxy, sem evidência de ataque prévio iraniano.
- três militares dos Estados Unidos morreram e cinco ficaram gravemente feridos; as forças americanas afirmam ter atingido mais de mil alvos iranianos.
O Pentágono informou ao Congresso que não havia inteligência indicando que o Irã planejava atacar as forças dos EUA em primeiro lugar. A revelação foi feita em briefings fechados, segundo duas fontes familiarizadas com o assunto.
No sábado, EUA e Israel lançaram ataques contra o Irã, com milhares de alvos atingidos. As autoridades disseram que as ações visavam impedir o programa nuclear iraniano e neutralizar ameaças de mísseis e de forças locais.
As informações, que contradizem parte do argumento usado por alguns assessores para justificar a ofensiva, foram apresentadas aos membros de comitês de segurança nacional do Senado e da Câmara em briefings de mais de 90 minutos.
As autoridades enfatizaram que o Irã representa uma ameaça por meio de mísseis balísticos e por meio de forças proxy na região, mas não havia inteligência de ataque prévio ao território americano, conforme relatos de fontes familiarizadas.
O presidente Donald Trump afirmou que a operação foi articulada para impedir que o Irã obtenha armas nucleares, conter o programa de mísseis e eliminar ameaças a Estados Unidos e aliados. Também mencionou pressão diplomática para mudança de regime, sem evidências apresentadas.
Críticos democratas classificam a campanha como uma “guerra por opção” e questionam a decisão de abandonar negociações que tinham potencial de acordos, segundo mediadores.
Até o momento, três soldados americanos morreram e cinco ficaram gravemente feridos, segundo o Comando Central dos EUA. Outras aeronaves e navios de guerra identificam mais de mil alvos iranianos atingidos.
A operação contou com ações de bombardeiros via ar e ataques a instalações de mísseis subterrâneas. A ofensiva segue em curso e deve se estender por semanas, segundo autoridades militares.
Uma pesquisa divulgada pela Reuters/Ipsos mostrou apoio de 27% aos ataques, 43% desaprovação e 29% indecisos entre os norte-americanos, no momento.
Fontes e autoridades resaltam repetidamente que o objetivo central é neutralizar capacidades estratégicas iranianas e proteger interesses dos EUA e de aliados regionais.
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