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Reino Unido inicia teste sobre limitar uso de redes sociais por adolescentes

Teste com cento e cinquenta adolescentes avalia impactos de restrições em redes sociais, como limites de tela e toque de recolher, para embasar decisões futuras

Jovem usa o celular em Sidney, na Austrália; país aprovou lei que proíbe acesso de menores de 16 anos às redes sociais — Foto: Hollie Adams/Reuters
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  • O governo do Reino Unido vai testar efeitos de restrições em redes sociais para adolescentes, acompanhando cerca de 150 jovens de 13 a 15 anos.
  • Os testes avaliarão qualidade do sono, humor e atividade física dos participantes.
  • As possibilidades incluem proibição completa, limite de tempo de tela ou um “toque de recolher” virtual, com bloqueio de serviços após certo horário.
  • A iniciativa integra uma consulta pública para colher opiniões de pais, adolescentes, pesquisadores e empresas sobre regras mais rígidas.
  • A expectativa é usar os resultados do mundo real para fundamentar futuras decisões, incluindo possível banimento de menores de 16 anos, semelhante ao que ocorre na Austrália.

O governo britânico vai realizar testes para avaliar impactos de possíveis restrições no uso de redes sociais por adolescentes. O piloto envolve cerca de 150 jovens de 13 a 15 anos, com monitoramento de sono, humor e atividade física. A previsão é observar diferentes cenários, como proibição total ou limites de tempo.

Participantes serão expostos a opções como proibição completa, teto de tela ou um toque de recolher virtual, com bloqueio de serviços após determinado horário. O objetivo é obter evidências do mundo real para fundamentar futuras decisões sobre regras para menores.

A iniciativa ocorreu por meio de anúncio oficial, com foco em entender os efeitos práticos de limites para menores de 16 anos nas plataformas. O governo também abrirá uma consulta pública para ouvir famílias, pesquisadores e empresas até 26 de maio sobre idade mínima, toque de recolher e conteúdos viciantes.

Além da consulta, o governo britânico pretende avaliar o uso de assistentes de IA, plataformas de jogos e métodos de verificação de idade. A secretária de Tecnologia, Liz Kendall, ressalta que a participação de crianças e pais é essencial para orientar políticas em uma era tecnológica acelerada.

A consulta histórica busca subsidiar futuras regras e entender como jovens podem prosperar na atual transformação digital. A discussão ocorre em um contexto de debates internacionais sobre restrições semelhantes em outros países, como a Austrália.

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