- Estados Unidos e Israel intensificaram ataques contra o Irã, enquanto Teerã reage com lançamento de mísseis e drones contra Israel e aliados na região do golfo.
- Na madrugada, ataques foram registrados na Arábia Saudita, Kuwait e Qatar.
- A campanha já deixou mais de mil mortos, segundo a ONG HRANA (Agência de Notícias de Direitos Humanos).
- O presidente espanhol, Pedro Sánchez, afirmou que a posição do governo é “Não a guerra” e pediu o cessar das hostilidades antes que seja tarde.
- Em Baalbek, Líbano, houve mortes em confrontos entre Israel e Hezbolá, em meio ao clima de escalada regional.
El governo espanhol pediu calma e destacou a necessidade de cessar as hostilidades antes que a escalada se agrave. Em declaração institucional, o presidente Pedro Sánchez reforçou que a posição de Espanha é contrária à guerra e à quebra do direito internacional. O foco é evitar novos conflitos na região do Golfo.
Enquanto isso, EUA e Israel intensificam ataques contra alvos iranianos, com Teerã respondendo com lançamentos de mísseis e drones contra Israel e demais países da região. O balanço de ações e respostas permanece incerto e em rápida evolução, com relatos sobre ataques que atingem vários territórios no Golfo.
Desenvolvimento dos ataques e impactos regionais
Horas após os ataques de Washington e Jerusalém, autoridades de diversas nações do Golfo relataram novas incursões. Arábia Saudita, Kuwait e Qatar registraram ações hostis, elevando o nível de tensão na região. Em meio a isso, houve relatos de lançamentos de mísseis de Irã para áreas próximas ao sul do Oriente Médio.
Baalbek e cifras de vítimas
Em Beirute, militantes de Hezbollah e forças locais travaram confrontos intensos, resultando na morte de ao menos quatro pessoas na cidade de Baalbek, no leste do país. Dados de uma ONG com sede nos EUA apontam que a offensiva entre EUA, Israel e aliados já deixou mais de mil mortos.
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