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Cardeal do Vaticano classifica ataques EUA-Israel como alarmantes

O secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, afirma que ataques EUA-Israel contra o Irã violam o direito internacional e promovem a guerra preventiva

Cardinal Pietro Parolin leads the Holy Mass to commemorate the 20th anniversary of the death of Pope John Paul II in Saint Peter's Basilica, at the Vatican April 2, 2025.
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  • Cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, criticou abertamente os ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, em entrevista à Vatican News.
  • Ele disse que as ações minam o direito internacional e não reconhecem o direito de guerras preventivas.
  • Parolin afirmou que o ritmo dos ataques representa um “afrouxamento do direito internacional” e que a paz não vem da aniquilação do inimigo.
  • A entrevista ocorreu durante a quinta jornada de ataques, com o Vaticano News reportando as declarações do diplomata.
  • O Papa Francisco já pediu o fim do conflito, defendendo o fim da “espiral de violência”; o Vaticano costuma evitar críticas diretas a campanhas militares, mantendo, em geral, papel de mediador.

O Vaticano pediu cautela no posicionamento sobre as ações militares entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. O comentário veio do maior diplomata da Santa Sé, em meio a críticas diretas a uma campanha que já está em seu quinto dia. A comunicação ocorreu via Vatican News.

Cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado, afirmou que esses ataques ameaçam o direito internacional e não autorizam guerras preventivas. Segundo ele, permitir esse tipo de ação pode levar a um aumento do conflito global e colocar a paz em risco.

Parolin ressaltou que o uso da força não pode substituir o direito. Em entrevista, o representante do Vaticano disse que a prática fortalece a convicção de que a paz depende da destruição do adversário, o que ele classificou como alarmante.

O contexto envolve a posição dos EUA e de Israel, que afirmam agir para impedir o desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã e conter seu programa de mísseis de longo alcance. Teerã nega que busque esse tipo de armamento.

É incomum que diplomatas do Vaticano critiquem publicamente campanhas militares específicas, já que a Santa Sé costuma preferir atuação atrás das cenas e buscar mediação de conflitos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, justificou as ações como necessárias para evitar chegada de armas nucleares ao Irã, segundo declarações associadas à estratégia de segurança. O tema é debatido por outras nações e organizações internacionais.

O Papa Francisco, em mensagem para fiéis no domingo, pediu o fim do ciclo de violência e fez um apelo por soluções pacíficas e diálogo entre as partes, sem mencionar diretamente o recente ataque.

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