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Casa Branca: Espanha concorda em cooperar com militares dos EUA

Espanha concorda em cooperar com as forças militares dos EUA, após ameaça de embargo comercial ligada à posição de Madri contra ataques a Irã

White House Press Secretary Karoline Leavitt holds a press briefing at the White House in Washington
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  • A assessoria de imprensa da Casa Branca informou que a Espanha concordou em cooperar com as forças militares dos EUA, segundo a porta-voz Karoline Leavitt.
  • A declaração ocorreu um dia após o presidente Donald Trump ameaçar impor embargo comercial a Madrid por sua posição contrária aos ataques EUA-Israel contra o Irã.
  • Leavitt afirmou que, nas últimas horas, houve acordo da Espanha em cooperar com o esforço militar dos EUA.
  • A Espanha havia se recusado a permitir que aeronaves americanas usassem bases navais e aéreas de operação conjunta no sul da Espanha para a ofensiva contra Teerã.
  • O vice-primeiro-ministro Maria Jesús Montero afirmou que a Espanha não será vassala de outro país, e o premiê Pedro Sánchez avisou que o conflito pode provocar um desastre global.

O governo da Espanha concordou em cooperar com as forças militares dos EUA, informou a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, nesta quarta-feira. A afirmação ocorreu um dia após o presidente Donald Trump sinalizar a possibilidade de impor embargo comercial a Madrid devido à posição do país sobre os ataques entre EUA e Israel contra o Irã.

Leavitt disse que, nas últimas horas, a Espanha aceitou colaborar com o complexo militar norte-americano. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa, sem explicar detalhes operacionais.

Contexto político e operações

Trump havia ameaçado suspender o comércio com a Espanha caso o governo espanhol não autorizasse o uso de bases aéreas e navais operadas em conjunto para a ofensiva contra Teerã. Washington pressiona aliados a apoiar ações militarmente relevantes no Oriente Médio.

Posicionamento espanhol

O governo espanhol já havia rejeitado as ações de bombardeio dos EUA e de Israel contra o Irã, afirmando que a escalada é arriscada e pode provocar um desastre global. O primeiro-ministro Pedro Sánchez reiterou a postura de oposição a guerras prolongadas.

Reações internas e implicações

A vice-primeira ministra, Maria Jesús Montero, afirmou que a Espanha não se submeterá a pressões externas. O episódio evidencia tensões entre Espanha e aliados sobre estratégias de intervenção e coordenação militar regional.

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