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China planeja ambiente pró-natalidade e aperfeiçoa seguridade social

China mira sociedade pró-natal em cinco anos, ampliando serviços populacionais, renda e educação, com foco no envelhecimento e suporte a idosos

A man carries a child outside a children's hospital in Beijing
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  • China pretende, nos próximos cinco anos, construir uma “sociedade favorável ao nascimento” com foco em emprego, educação, assistência médica, saúde e renda.
  • Medidas incluirão ampliar serviços de população, enfrentar o envelhecimento e refinar o sistema de seguridade social.
  • Políticas devem promover desenvolvimento de economia prateada, ampliar cuidado a idosos (especialmente em áreas rurais) e estabelecer suporte para pensões, bem-estar e cuidado.
  • Até 2035, estima-se 400 milhões de pessoas com 60 anos ou mais; a idade de aposentadoria já foi elevada em parte (homens até 63, mulheres até 58).
  • Serão estimuladas atitudes positivas em relação ao casamento e à gestação, com apoio habitacional, melhoria de saúde reprodutiva, educação infantil gratuita e aumento de vagas no ensino médio; gasto com educação acima de 4% do PIB.

A China anunciou nesta quinta-feira planos para construir uma “sociedade amiga do parto” nos próximos cinco anos, com foco em empregos, educação, saúde, assistência médica e renda. O governo pretende melhorar serviços populacionais e responder proativamente ao envelhecimento da população.

O objetivo é promover desenvolvimento de alta qualidade na economia prateada, ampliar serviços de cuidado aos idosos e reforçar políticas de bem-estar, com especial atenção às áreas rurais. A proposta também prevê medidas de apoio à renda, habitação e mobilidade social.

Segundo o relatório oficial, haverá ações para melhorar saúde reprodutiva, prevenção de defeitos congênitos e educação pré-escolar gratuita. O governo também planeja ampliar vagas no ensino médio e manter gasto público com educação acima de 4% do PIB.

Envelhecimento e economia

Até 2035, estima-se que haja 400 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o que pode reduzir a força de trabalho frente a um orçamento de pensões já pressionado. O país já ajustou idades de aposentadoria, elevando para 63 anos para homens e 58 para mulheres.

Medidas de apoio e implementação

As medidas incluem promoção de hábitos positivos em relação ao casamento e à maternidade, além de ampliar suporte habitacional para famílias com filhos. Serviços de assistência a idosos serão ampliados, com ênfase em áreas rurais e finanças de pensões.

Educação e serviços sociais

A ideia é aprofundar a educação pré-escolar gratuita, ampliar vagas no ensino secundário e elevar o investimento público em educação. O objetivo é reforçar redes de proteção social, assistencial e de saúde ao longo da próxima década.

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