- O Irã está lançando menos mísseis do que no início do conflito, segundo o mais alto militar dos EUA, à medida que Washington amplia ataques dentro do território iraniano.
- O general Dan Caine afirmou que os ataques devem avançar mais para o interior do Irã, buscando maior liberdade de manobra para as forças americanas.
- O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, disse que o país está vencendo a guerra contra o Irã, apesar de seis tropas norte-americanas terem morrido até o momento.
- Hegseth confirmou o afundamento de um navio de guerra iraniano ao largo de Sri Lanka por torpedo, descrito como o primeiro afundamento desse tipo desde a Segunda Guerra Mundial.
- A notícia foi publicada pela Reuters com informações de Idrees Ali, Phil Stewart, Donia Chiacu e Michelle Nichols.
O Exército dos Estados Unidos afirma que o Irã está disparando menos mísseis do que no início do conflito, conforme o chefe do Estado-M maior, em pronunciamento nesta quarta-feira. A declaração ocorre no contexto de expansão dos ataques americanos dentro do território iraniano.
Segundo o general Dan Caine, presidente do Estado-M-Maior Conjunto, os ataques dos EUA deverão avançar para áreas mais internas do Irã, aumentando a liberdade de manobra das forças americanas. A fala foi feita durante coletiva no Pentágono.
O ministro da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse que o país avança na guerra contra o Irã e ressaltou que já houve mortes de militares americanos no conflito, sem, no entanto, trazer uma previsão de encerramento. Ele ainda afirmou que os EUA manterão a operação.
Hegseth confirmou o afundamento de um navio de guerra iraniano, próximo à costa de Sri Lanka, atribuído aos ataques dos EUA com torpedos. Segundo ele, trata-se do primeiro naufrágio de uma embarcação inimiga por torpedo desde a Segunda Guerra Mundial.
A informação sobre o afundamento foi divulgada pela Reuters e divulgada por autoridades de defesa americanas. O episódio eleva o nível de confronto regional e amplia o histórico de incidentes no conflito em curso.
O material oficial ressalta que as ações visam, segundo os Estados Unidos, frear a atuação militar iraniana e proteger operações aliadas na região. A situação permanece sob monitoramento das autoridades de segurança internacionais.
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