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EUA dizem ter matado líder iraniano do complô para assassinar Trump

Operação foi realizada na terça-feira; EUA afirmam ter eliminado o líder da unidade ligada à suposta conspiração para assassinato de Trump, segundo a defesa

U.S. Secretary of Defense Pete Hegseth holds a briefing amid the U.S.-Israeli conflict with Iran, at the Pentagon in Washington, D.C.
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  • O Exército dos Estados Unidos informou ter eliminado um funcionário iraniano que chefiava uma unidade ligada a um suposto complô de assassinato contra o presidente Donald Trump.
  • A operação ocorreu na terça-feira, segundo o secretário de Defesa, Pete Hegseth, que afirmou que o líder da unidade foi “abatido” e que os EUA teriam imposto a resposta.
  • O secretário não identificou o alvo, mas ressaltou que o objetivo era impedir o atentado contra Trump.
  • Em 2024, o Departamento de Justiça dos EUA indicou um homem iraniano ligado ao Irã Revolucionário Guardas (IRGC) em relação ao suposto plano de assassinato de Trump, então presidente eleito.

The Pentagon informou nesta quarta-feira que uma unidade iraniana ligada a uma suposta conspiração para assassinar o presidente dos EUA, Donald Trump, foi alvo de uma operação que resultou na morte de um oficial de alto escalão. A operação ocorreu na terça-feira, segundo o comunicado.

De acordo com o secretário de Defesa, Pete Hegseth, o líder da unidade responsável pela trama foi localizado e morto durante a operação. Ele não divulgou o nome do individuo envolvido, citando questões de segurança.

A imprensa internacional já havia reportado, em 2024, que o Departamento de Justiça dos EUA abriu acusações contra um iraniano relacionado ao suposto complô ordenado pelo Corpo das Guardas da Revolução Iraniana (IRGC) para assassinar Trump, quando ainda era presidente eleito.

O anúncio oficial não detalha o local exato da operação nem as circunstâncias de como o confronto ocorreu. O governo americano afirmou apenas que houve o abatimento do principal responsável pela célula envolvida no plano.

Não houve informações adicionais sobre possíveis implicações diplomáticas ou sobre eventuais companhias envolvidas no inquérito, nem sobre a evolução das investigações pendentes. O Ministério da Justiça dos EUA e o IRGC não se manifestaram de forma ampliada até o momento.

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