- Portugal autorizou, de forma condicional, o uso da base aérea dos Açores pelos Estados Unidos em operações voltadas ao Irã.
- O primeiro-ministro Luís Montenegro explicou que a autorização vale apenas para ações defensivas ou de retaliação, necessárias, proporcionais e que tenham como único objetivo alvos militares.
- Montenegro afirmou que Portugal não acompanhou, subscreveu nem esteve envolvido na ação militar contra o Irã.
- O premiê destacou que Portugal mantém uma relação mais estreita com os Estados Unidos do que com o Irã.
- Ele evitou se posicionar sobre o governo socialista da Espanha diante de pressões de Washington e não se alinhou com Macron ou Costa.
O governo de Portugal autorizou o uso de uma base aérea nos Açores pelos Estados Unidos, em operações direcionadas ao Irã, porém de forma condicionada. A autorização foi apresentada pelo primeiro-ministro Luís Montenegro ao Parlamento nesta quarta-feira.
Montenegro explicou que a permissão vale apenas para ações defensivas ou de retaliação, desde que sejam necessárias e proporcionais, com o objetivo exclusivo de alvos militares. O governo ressaltou que a operação está alinhada com o direito internacional.
O premier afirmou ainda que Portugal não participou nem subscreveu a ação militar contra o Irã, mantendo uma relação mais estreita com os Estados Unidos. Ele evitou comentar o posicionamento de outros países europeus, como a Espanha, diante de pressões externas.
Entre na conversa da comunidade