- a rússia afirmou que os estados unidos usam uma ameaça iraniana imaginária como pretexto para derrubar a ordem constitucional do Irã.
- a porta-voz do ministério das Relações Exteriores, maria zakharova, disse que as negociações com o irã foram usadas como cobertura para um plano de mudança de regime.
- a rússia mantém acordo de parceria estratégica com o irã; o presidente Vladimir Putin denunciou o assassinato cínico do líder supremo ayatolá Ali khamenei, ocorrido no primeiro dia da guerra deflagrada pelos EUA e israel.
- zakharova classificou como cínicas e desumanas as chamadas ocidentais para os iranianos tomarem o poder, afirmando que o ocidente estaria rasgando as mãos do irã.
- a nota não cita o nome do presidente dos Estados Unidos, mas alude à sua chamada para os iranianos tomarem o poder.
Russia afirma que EUA atacaram o Irã com pretexto falso e condena apelo a iranianos para tomar o poder
Moscou, 4 de março. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que os EUA usam a suposta ameaça iraniana como pretexto para promover a mudança de regime, alegando que Washington busca derrubar a ordem constitucional de um Estado soberano.
Segundo a porta-voz Maria Zakharova, negociações com o Irã recentes foram usadas como cobertura para um plano de mudança de regime, associando ainda esse objetivo aos desejos de Tel Aviv. Ela classificou a manobra como cínica e desumana.
Zakharova também mencionou, de forma indireta, críticas norte-americanas ao clericalismo iraniano, destacando que o ocidente vem apoiando pressão para a transferência de poder no Irã. As declarações foram feitas em resposta a ações recentes envolvendo o Irã e aliados regionais.
O governo russo mantém uma parceria estratégica com o Irã e tem acompanhado o conflito com tom crítico, sem confirmar detalhes sobre ataques ou operações bélicas. Representantes russos reiteraram que as acusações de Washington visam, segundo eles, desvalorizar a legitimidade de poderes eleitos.
Contexto adicional aponta que Vladimir Putin tem condenado o que chamou de ataque e assassinato político, ligado a uma ofensiva mais ampla envolvendo EUA e Israel na região. A Casa Branca não comentou de forma direta as alegações da Rússia.
Fonte: agências internacionais, com cobertura de repórteres em Moscou e descrições oficiais do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.
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