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Companhias do Golfo retomam voos limitados, mas fogo de mísseis gera incerteza

Emirates e Etihad mantêm voos limitados a cidades-chave, diante da ameaça de mísseis que alimenta incerteza e atrapalha repatriações

An Emirates flight departing from Dubai lands at Taoyuan International Airport in Taoyuan
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  • Emirates e Etihad passaram a operar horários limitados para cidades-chave, a partir de seus hubs nos Emirados Árabes Unidos, devido à ameaça de mísseis.
  • A Etihad informou que retoma serviço limitado até o dia 19 de março, conectando Abu Dhabi a 25 destinos, incluindo Londres, Paris, Frankfurt, Delhi, Nova York e Toronto.
  • A Emirates opera redução de voos para 82 destinos, com direitos de conexão em Dubai restritos a voos que estiverem operando.
  • O hub do Qatar, Doha, continua fechado, enquanto são organizados voos de alívio limitados a partir de Omã e Arábia Saudita.
  • O preço do combustível de aviação disparou com a alta nos preços do petróleo,e as ações de várias companhias aéreas caíram; passageiros relatam dificuldades e caos para deixar a região.

Emirates e Etihad anunciaram operações limitadas a partir de seus hubs nos Emirados Árabes, com voos reduzidos para cidades globais. A medida ocorre diante da ameaça contínua de ataques com mísseis e drones na região. A situação preocupa passageiros e autoridades.

Etihad informou que manterá um cronograma reduzido até 19 de março, conectando Abu Dhabi a 25 destinos, incluindo Londres, Paris, Frankfurt, Delhi, Nova York e Toronto. A companhia busca manter serviços essenciais enquanto a região permanece instável.

Emirates, com base em Dubai, operará para 82 destinos sob regime reduzido, destacando rotas para Londres, Sydney, Cingapura e Nova York. Passageiros em trânsito só serão aceitos se houver conexão confirmada no voo subsequente.

Aeroportos da região registraram quedas de tráfego, com Dubai operando em cerca de 25% do nível normal, apesar de recuperação recente. A limitação de operações atinge principalmente rotas Europa-Ásia-Pacífico.

Mercado, preços e reações

Preços de combustível atingiram patamar mais alto, elevando custos de operação de aeronaves. Quedas nas ações de companhias aéreas, como Qantas e Air New Zealand, refletem o impacto da restrição de voos na região.

Dados de tráfego indicam forte restrição: desde o início do conflito, mais de 25 mil voos foram cancelados entre 28 de fevereiro e 5 de março, em meio a mais de 44 mil voos programados na região.

Desafios de repatriação

Autoridades continuam coordenando voos fretados e serviços limitados para evacuação de dezenas de milhares de pessoas. Um voo fretado da Air France para retornar franceses foi obrigado a retornar devido a ataques na área.

Situação regional

Doha permanece com operações limitadas, enquanto o fluxo de voos de evacuação depende de mudanças na segurança. As autoridades ressaltam a complexidade logística diante da instabilidade regional.

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