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Corte de apelação francesa reduz acusações contra policial

Tribunal de apelação de Versalhes reduz acusação contra policial no caso Nahel; réu será julgado por agressão voluntária que resultou em morte

People hold placards during a demonstration to demand justice two years after the death of Nahel, a 17-year-old teenager killed by a French police officer during a traffic stop, in Nanterre, near Paris, France, June 27, 2025.
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  • A corte de apelação de Versalhes reduziu as acusações contra o policial de homicídio para lesão voluntária que resulta em morte, mantendo o policial a julgamento.
  • O policial Florian M. atirou quando o motorista não parou o veículo; o adolescente morreu posteriormente.
  • O caso desencadeou protestos em todo o país após o episódio de 2023.
  • Em 2025, a Procuradoria de Nanterre informou que um dos dois oficiais investigados enfrentaria o Tribunal de Assize do Hauts-de-Seine por homicídio constatado.
  • O tribunal afirmou que não ficou comprovida a intenção de matar no momento do disparo; o vídeo amplamente compartilhado mostra o atirador ao lado do carro durante a saída.

O Tribunal de Apelação de Versalhes reduziu a acusação contra o policial francês Florian M. de homicídio para lesão voluntária que resulta em morte. O julgamento seguirá no Tribunal de Assizes de Hauts-de-Seine, em massa, ainda neste processo relacionado à morte de Nahel Merzouk, em 2023. O tribunal informou a decisão nesta quinta-feira.

A morte de Nahel, 17 anos, ocorreu após não cumprir ordem de parada de um veículo, em Nanterre, próximo a Paris. O incidente gerou protestos nacionais e intensificou o escrutínio sobre o uso da força policial na França. Um dos agentes sob investigação havia sido apontado por homicídio.

Enquadramento penal e etapas do processo

A mudança implica que Florian M. enfrentará a acusação de lesão voluntária que resulta em morte, com pena máxima de 20 anos, em vez de até 30 anos por homicídio. O segundo oficial, ligado ao mesmo caso, teve a acusação de cumplicidade em homicídio retirada em junho.

O Ministério Público de Nanterre havia anunciado, em 2025, que um dos dois agentes responderia ao Juízo de Assize por homicídio. O recurso de Florian M. levou à reavaliação do enquadramento pela corte de apelação.

A defesa informou que permanece insatisfeita com a decisão, afirmando que a atuação de Florian M. não deveria resultar em julgamento. A família de Nahel Merzouk avaliou o veredito como decepcionante e criticou a não atribuição de intenção de matar.

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