- O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que não há expansão dos objetivos militares na Irã.
- A campanha, chamada Operação Fúria Épica, busca destruir mísseis ofensivos, produção de mísseis e a Marinha iraniana, para evitar que Teerã tenha arma nuclear.
- Hegseth disse que “não há expansão” dos objetivos e que os fins são claros.
- O então presidente Donald Trump disse à Reuters que os EUA teriam de ajudar a escolher o próximo líder do Irã.
- Os EUA teriam atingido mais de 2.000 alvos na Irã nos últimos seis dias, incluindo navios de guerra.
TAMPA, Flórida — Em 5 de março, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que Washington não ampliará seus objetivos militares no Irã, após o presidente Donald Trump dizer à Reuters que os EUA devem participar da escolha do próximo líder do Irã. A declaração ocorreu na sequência de informações sobre a operação em curso.
Hegseth destacou que não há ampliação de metas e que os objetivos permanecem claros: neutralizar mísseis ofensivos, a produção de mísseis e a força naval do Irã, sem permitir que Teerã obtenha armas nucleares. A equipe de defesa mantém o foco na pressão militar.
Trump, em entrevista por telefone à Reuters, indicou que os EUA teriam influência na escolha do próximo dirigente do Irã, durante a continuidade da operação em curso. O governo americano tem reiterado que seus objetivos estratégicos são impedir a capacidade nuclear iraniana e degradar capacidades militares do Irã.
Segundo a defesa, a campanha, chamada de Operação Epic Fury, já atingiu mais de 2.000 alvos no Irã nas últimas seis dias, incluindo unidades de guerra iranianas. As ações visam reduzir o poder de fogo regional do Irã e impedir avanços na área de defesa.
Não há informações oficiais sobre alterações no cronograma da operação ou mudanças de estratégia, mantendo o tom de continuidade das ações. Autoridades norte-americanas continuam a monitorar impactos regionais e diplomáticos decorrentes da ofensiva.
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