- Greve de 24 horas de trabalhadores marítimos gregos começou na quinta-feira, interrompendo os ferries locais em protesto pela situação de tripulações presas no Golfo durante a guerra no Oriente Médio.
- Eles exigem que a área seja declarada zona de risco de guerra para viabilizar a repatriação das equipes.
- Mais de 325 navios com interesses gregos operam na região do Golfo; dezenas de tripulantes gregos estão entre os marítimos afetados.
- Protestos ocorreram em frente à associação de armadores no porto de Piraeus, com carreatas e faixas pedindo evacuação dos colegas.
- A Organização Internacional Marítima aponta preocupação com cerca de 20.000 marítimos na região; ao menos nove navios já foram atingidos desde o início do conflito.
O que aconteceu
Greco seafarers iniciaram uma greve de 24 horas nesta quinta-feira, paralisando serviços de ferry locais. A ação é uma protesta contra tripulações presas no Golfo, em meio ao agravamento da crise no Oriente Médio, e clama pela designação da área como zona de risco de guerra para facilitar a repatriação.
Quem está envolvido
Marítimos gregos, incluindo dezenas de profissionais, e sindicatos de engenheiros e trabalhadores da navegação. A greve afeta a maior parte das balsas e serviços de transporte entre portos próximos ao litoral da Grécia, com apoio de motoristas de motocicleta que marcharam.
Quando e onde ocorreu
A paralisação começou nesta quinta-feira, em Pireu, perto de Atenas, com impactos visíveis no terminal de ferry local. A mobilização ocorre em meio a tensões no Golfo, envolvendo navios de interesse grego em áreas de operação.
Por quê
Os trabalhadores exigem a evacuação e repatriação seguras de todos os colegas presos na área perigosa do Golfo, área impactada pela escalada do conflito. Eles cobram que governos e armadores arcar com os custos de retorno dos tripulantes.
Detalhes adicionais
A Organização Marítima Internacional aponta preocupação com cerca de 20 mil marítimos na região. Relatos indicam que várias embarcações permanecem ancoradas na água aberta, enquanto muitos petroleiros permanecem dentro do Estreito de Hormuz. A greve destaca a pressão sobre a atividade portuária global diante do conflito.
Foco da greve e desdobramentos
Governo, armadores e autoridades portuárias são chamados a encontrar soluções para a retirada dos tripulantes. A contestação também envolve a avaliação de riscos operacionais, com possível impacto em rotas comerciais e no abastecimento regional.
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