- Em Roma, no oratório da Basílica de São Lourenço em Lucina, foi visto um anjo com rosto parecido com Giorgia Meloni, primeira-ministra italiana, em um afresco durante restauração.
- O restaurador Bruno Valentinetti afirmou não ter pintado a semelhança e disse que o rosto seguia o que havia antes da intervenção.
- Valentinetti disse ter coberto o rosto por ordem da Curia do Vaticano, que teria solicitado a remoção.
- A Curia do Vaticano pediu a retirada do rosto durante o trabalho de restauração.
- O episódio provocou reação política; o movimento Cinco Estrelas afirmou que a arte não deve servir de propaganda.
Um afresco na capela da Basílica de Santo Inácio, em Roma, voltou aos holofotes após a identificação de uma figura angelical cuja face lembrava a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni. A imagem foi observada pela imprensa italiana durante a restauração do trabalho.
A página jornalística do *La Repubblica* detectou o anjo com traços que lembravam Meloni no conjunto da capela da Basílica de Santo Inácio, no centro de Roma. O artista Bruno Valentinetti estava encarregado da restauração do afresco.
O artista afirmou ter pintado conforme o que já existia no quadro anterior, mas reconheceu que a face foi descoberta e alterada sob orientação do Vaticano. Ele disse ter removido o rosto por exigência da Curia, que administra o Vaticano, para atender ao pedido oficial.
A reação política chegou com o apoio à neutralidade da arte. O movimento 5 Estrelas, crítico ao governo de Meloni, sustentou que a obra não deve servir como propaganda. A controvérsia continua sem indicação de novas modificações no afresco.
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