- A Autoridade de Aviação Civil da Síria reativou o corredor aéreo a partir de Alepo em direção ao Mar Mediterrâneo para uso por companhias estrangeiras e pela Syrian Air, segundo o diretor Omar Hosari.
- O corredor serve como rota de voo segura para chegadas e partidas de Alepo e pode ser utilizado por qualquer companhia que cumpra padrões internacionais de segurança.
- A autoridade também reabriu rotas no espaço aéreo do norte sírio em direção à Turquia, após avaliações operacionais e análises regionais.
- O primeiro voo da Syrian Air partiu de Alepo com destino a Istambul e chegou com segurança; um voo de Alepo para Jeddah está programado para sexta-feira, com estudos sobre outros destinos como Riade.
- A Royal Jordanian deve usar o corredor mediterrâneo na sexta, em voo Amã-Alepo, como parte da retomada gradual do tráfego aéreo.
Siria reativou nesta quinta-feira um corredor aéreo no Mediterrâneo que liga Aleppo ao mar, para uso de companhias estrangeiras e da transportadora estatal Syrian Air. A medida visa criar um trajeto seguro para decolagens e chegadas em Aleppo, conforme informou a Autoridade Aeroportuária Civil.
O diretor da Autoridade, Omar Hosari, afirmou que o corredor está aberto a qualquer empresa que cumpra padrões internacionais de segurança, não sendo exclusivo à Syrian Air. Reguladores manterão as regras normais para operação no espaço aéreo sírio.
Em comunicado, a Autoridade informou também a reabertura de rotas no norte do espaço aéreo sírio em direção à Turquia, após avaliações operacionais e técnicas. O objetivo é restabelecer a conectividade na região conforme desenvolvimentos regionais em aviação.
A primeira operação da Syrian Air partiu de Aleppo com destino a Istambul e chegou com segurança, sinalizando a retomada gradual das atividades no Aeroporto Internacional de Aleppo. Uma viagem Aleppo-Jeddah está prevista para sexta-feira, com estudo de novos destinos, incluindo Riad.
Amanhã, a Royal Jordanian deve utilizar o corredor mediterrâneo em um voo Amã-Aleppo, como parte do retorno faseado do tráfego aéreo, segundo autoridades. O contexto regional inclui interrupções em grandes hubs do Golfo por ações militares na região.
Uma semana após o início do conflito regional, a Síria aparece relativamente marginalizada, com presença iraniana reduzida após a queda de Bashar al-Assad em 2024 e bases militares americanas evacuadas em fevereiro.
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