- Turquia disse que acompanha de perto as ações do grupo PJAK, militante curdo iraniano, que, segundo Ancara, ameaça a segurança do Irã e a estabilidade regional.
- Na terça-feira, fontes à Reuters disseram que grupos curdos iranianos teriam consultado os EUA sobre atacar forças de segurança iranianas no oeste do país.
- Ancara, membro da OTAN, busca paz com o PKK, militante baseado no Iraque, e apoia a integração de milícias curdas sírias ao aparato do Estado sírio, sem apoiar cooperação entre milícias iranianas e Washington.
- O governo turco afirmou que as instituições estatais monitoram de perto as ações da PJAK, grupo considerado terrorista pela Turquia, pelos EUA e pela União Europeia, com vínculos ao PKK.
- A Turquia ressaltou que ações de grupos que promovem separatismo étnico afetam a segurança do Irã e a paz e estabilidade da região.
Ankara disse nesta quinta-feira que acompanha de perto as ações do grupo militante iraniano PJAK, considerado uma ameaça à segurança do Irã e à estabilidade regional. A declaração veio em meio a relatos sobre discussões entre milícias curdas iranianas e Washington.
A Turquia, país da OTAN e vizinho do Irã, trabalha para consolidar a paz com o PKK, grupo baseado no Iraque. Também apoia a integração de milícias curdas sírias aos mecanismos do Estado na Síria. Não é visto como provável apoio à cooperação entre EUA e milícias iranianas.
Contexto regional
O Ministério da Defesa afirmou que as atividades do PJAK, ligado ao PKK, incentivam o separatismo étnico e prejudicam a segurança iraniana, além de impactarem a paz da região. A nota foi apresentada durante uma coletiva em Ancara.
As autoridades turcas destacaram que as instituições do país monitoram de perto as ações da PJAK, grupo proibido pela Turquia, os EUA e a União Europeia. A informação reforça a posição de Ankara de manter vigilância sobre milícias de oposição no entorno.
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