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Ucrânia afirma prisão de funcionários de banco com remessa de dinheiro na Hungria

Funcionários do banco estatal ucraniano são detidos na Hungria durante transporte de dinheiro; Kiev acusa Budapeste de sequestro e aumenta tensões entre os países

European Political Community Summit at the Puskas Arena in Budapest
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  • O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, acusou a Hungria de deter sete funcionários do banco estatal de poupança enquanto transportavam dinheiro da Áustria para a Ucrânia.
  • Os funcionários estavam em dois carros atravessando a Hungria quando foram detidos; não houve confirmação de paradeiro no momento.
  • Sybiha disse que a Hungria está “tomando reféns e roubando dinheiro”, comparando a ação à suposta “força” anunciada pelo primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, com “força de gangue criminosa” e “terrorismo estatal”.
  • Orban havia dito que Budapeste usaria ferramentas políticas e financeiras para reabrir o oleoduto Druzhba, que transporta petróleo russo para as refinarias húngas.
  • Não há informações adicionais sobre o caso nem confirmação independente sobre a detenção.

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, afirmou que sete funcionários do banco estatal de poupança do país foram detidos na Hungria, enquanto transportavam dinheiro da Áustria de volta à Ucrânia. A informação veio à tona na manhã de sexta-feira e, segundo Sybiha, os trabalhadores viajavam em dois carros pelo território húngaro quando foram detidos. A localização exata dos funcionários não foi divulgada.

Sybiha relatou ainda que o paradeiro dos detidos era desconhecido no momento. Em sua comunicação pública, o ministro acusou o governo húngaro de “retomar reféns” e de “roubo de dinheiro”, sugerindo que a Hungria estaria agindo sob o uso de forças políticas para pressionar a Ucrânia.

A declaração foi feita após o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, anunciar que Budapeste utilizaria ferramentas políticas e econômicas para exigir a reabertura do gasoduto Druzhba, que leva petróleo russo a refinarias na Hungria. Não houve confirmação oficial imediata sobre as circunstâncias da detenção ou sobre eventual envolvimento de terceiros. Fonte: Reuters.

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