- A Guarda Revolucionária da Iran afirmou estar preparada para uma guerra prolongada e disse que usará novas armas estratégicas em operações futuras, sem detalhar quais.
- Israel lançou uma ampla ofensiva aérea contra os arredores de Beirute, o sul do Líbano e Teerã.
- Arábia Saudita, Catar, Bahrein e Kuwait reportaram interceptação de mísseis em seus espaços aéreos nas últimas horas.
- Os Estados Unidos afirmam ter destruído um navio porta-drones iraniano.
- O presidente espanhol, Pedro Sánchez, informou ter conversado com o sultão de Omã e o emir do Catar, oferecendo solidariedade de Espanha e apoio humanitário aos deslocados, além de pedir fim à escalada.
La Guardia Revolucionaria de Irã afirmou que o país está preparado para uma guerra prolongada e que poderá usar novas armas estratégicas em operações futuras, sem detalhar quais. O porta-voz, general Ali Mohammad Naeini, disse que as ofensivas até agora empregaram apenas uma fração das capacidades, conforme reportagem da TV local Press TV.
Enquanto isso, a força aérea de Israel lançou uma ampla ofensiva noturna contra áreas em Beirute, no Líbano, e contra Teerã. Ações também chegaram ao sul do Líbano. Países vizinhos destacaram interceptação de mísseis em seus espaços aéreos nas últimas horas, segundo informações oficiais.
Desdobramentos regionais
Os Estados Unidos afirmam ter destruído um navio porta-drones ligado à Guarda Revolucionária. No mesmo período, Arábia Saudita, Catar, Bahrein e Kuwait relataram ataques iranianos contra seus territórios, ampliando a escalada regional.
Repercussões diplomáticas
O presidente espanhol Pedro Sánchez manteve contatos com líderes da região, expressando solidariedade e apoio a países que foram alvo de ataques. Em conversas separadas, ele reforçou a assistência humanitária aos deslocados e pediu que a paz retorne à área.
Contexto e próximos passos
Especialistas destacam que a escalada começou após ações de Israel e dos EUA contra o Irã no fim de semana. Autoridades iranianas sinalizam que a guerra pode se estender, com uso de recursos militares avançados. Diversos estados da região continuam monitorando a situação de perto.
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