- O Departamento de Justiça publicou nesta sexta-feira uma remessa de documentos do caso Epstein relacionados a acusações antigas envolvendo o presidente Donald Trump.
- Os novos documentos tratam de uma denúncia sem provas, há quase quarenta anos, de abuso sexual de menor contra Trump; o mandatário nega irregularidades.
- A Casa Branca informou que as acusações são infundadas e que Trump já foi exonerado pela publicação dos arquivos de Epstein.
- Democratas no Congresso acusam o Ministério da Justiça de ocultar documentos; o DOJ justifica a demora como duplicidade de arquivos identificados por advogados.
- A última remessa traz 16 páginas com resumos de entrevistas do FBI sobre a denúncia e registrações de uma chamada relacionada; parlamentares elogiaram a liberação, mas criticaram o manejo dos arquivos.
O Departamento de Justiça dos EUA publicou nesta sexta-feira vários documentos do caso Epstein, ligados a acusações não comprovadas contra Donald Trump envolvendo uma menor. Os papéis integram uma denúncia antiga, sem provas, que reaparece no arquivo.
Trump negou irregularidades e rompeu relações com Epstein em 2005 após um incidente na mansão Mar-a-Lago. A Casa Branca afirmou que as declarações do presidente foram exoneradas pela divulgação dos arquivos de Epstein.
O DOJ afirmou que a publicação atrasou por acreditar tratar-se de duplicatas entre mais de 500 advogados que classificaram os documentos. Ao todo, o arquivo Epstein já somaria mais de 3 milhões de itens desclassificados, incluindo fotos e vídeos.
Reações no Congresso apontam falhas no manejo e pedem transparência. Democratas criticaram o atraso e citaram possíveis documentos ainda ocultos. A(sequence) de divulgações segue sob escrutínio sobre a independência da Justiça em relação à administração.
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