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Trump recebe restos dos primeiros militares americanos mortos na guerra com Irã

Trump recebe restos de seis militares dos EUA mortos na guerra com o Irã; cerimônia em Dover acende críticas a promessas eleitorais

Donald y Melania Trump, este sábado en la base de Dover (Delaware) en la llegada de los cuerpos de los soldados fallecidos en los ataques contra Irán.
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  • Donald Trump recebeu os restos de seis militares dos EUA mortos na guerra contra o Irã, em cerimônia na base aérea de Dover, Delaware, com a presença da primeira-dama Melania Trump e do secretário de Defesa, Pete Hegseth.
  • Os caixões, cobertos pela bandeira dos Estados Unidos, chegaram a Dover vindo de aeronave militar de cargas.
  • Os nomes dos soldados identificados são Jeffrey O’Brien, Robert Marzan, Cody Khork, Noah Tietjens, Nicole Amor e Declan Coady, com origens em Iowa, Flórida, Nebraska, Minnesota e Califórnia; morreram em de ataque com drones no dia primeiro de março, em Kuwait.
  • A guerra no Irã já deixou mais de seis militares norte-americanos mortos, enquanto o Irã registra mais de 1.300 falecimentos; entre as vítimas iranianas estão pelo menos 175 pessoas, incluindo meninas de sete a 12 anos, em Minab.
  • Críticas de figuras do movimento MAGA questionaram o envio do país a conflitos distantes, acusando Trump de abandonar o lema America First ao se envolver em uma guerra fora do território americano.

Donald Trump recebeu neste sábado os restos de militares americanos mortos na ofensiva contra o Irã, na base aérea de Dover, em Delaware. A cerimônia ocorreu após o que os EUA chamaram de ataque com drones contra alvos no Kuwait, em retaliação a ações do Irã.

Cerca de seis militares morreram no ataque, segundo informações oficiais. Os corpos chegaram em um avião militar de carga à base de Dover, onde Trump, a primeira-dama Melania Trump e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, aguardavam. A cerimônia ocorreu após viagem do presidente a Miami.

Os militares identificados incluem cinco homens e uma mulher, com origens em Iowa, Florida, Nebraska, Minnesota e California. Eles atuavam em um centro de operações em Puerto Shuaiba, no sul de Kuwait, e morreram em 1º de março, segundo o conjunto de informações divulgado.

A repercussão da cerimônia reacendeu críticas de setores do movimento MAGA, que questionam a estratégia de mobilizar o país para uma guerra distante. A pauta de campanha de 2016 de Trump contrasta com o envolvimento militar atual, segundo análise de especialistas.

A ofensiva no Irã iniciou há uma semana, com o balanço de vítimas divulgado pelos EUA e por aliados. Enquanto o Irã reporta dezenas de mortos, autoridades norte-americanas confirmam as fatalidades de seus soldados em território regional, sem indicar prazo para desfecho.

Historicamente, Dover é o local designado para repatriação de soldados mortos em conflitos, função que se repete em diferentes administrações. O episódio marca a primeira vez em que Trump observa a cerimônia sem atribuir as mortes a outro presidente.

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