- O aeroporto internacional de Muscat limitou voos de jatos privados, dando prioridade a voos governamentais e comerciais, conforme e-mail visto pela Reuters.
- A medida busca reduzir congestionamento e manter a capacidade do aeroporto dentro de limites aceitáveis.
- Operadores foram orientados a cancelar slots fora do cronograma sazonal aprovado e a não enviar solicitações não autorizadas até novo aviso.
- Apenas voos de repatriação patrocinados por embaixadas podem ser considerados, mediante aprovação prévia por canais diplomáticos e sem venda de assentos.
- A decisão ocorre em meio a interrupções de espaço aéreo na região e a consequências do conflito entre EUA/Israel e o Irã, que afetam evacuações de milhares de passageiros.
O aeroporto internacional de Muscat, em Omã, limitou voos de jatos privados, priorizando voos governamentais e comerciais. A medida visa reduzir congestionamento e manter a capacidade do terminal dentro de limites aceitáveis. A decisão foi comunicada por e-mail a operadoras de fretamento na sexta-feira.
O comunicado, visto pela Reuters, solicita que companhias cancelem slots fora do cronograma sazonal aprovado e suspendam pedidos de voos não autorizados até novo aviso. A mensagem afirma que apenas voos de repatriação patrocinados por embaixadas, com aprovação diplomática, podem ser considerados.
Segundo a Reuters, o contexto envolve o fechamento de espaços aéreos na região por questões de segurança, após ataques recentes e tensões no Oriente Médio. Jatos privados têm aumentado como alternativa para atender milhares de passageiros retidos, enquanto voos comerciais enfrentam dificuldades.
Autoridades do aeroporto explicam que a medida é necessária para controlar a demanda e evitar sobrecarga das operações. Em consequência, operadores de fretamento e companhias aéreas devem seguir o cronograma aprovado até segunda ordem.
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