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Kim Yo Jong diz que exercícios EUA-Coreia do Sul prejudicam a estabilidade regional

Kim Yo Jong diz que exercícios militares EUA-Coreia do Sul, com mais de 18 mil tropas, são provocação que pode comprometer a estabilidade regional

Kim Yo Jong, sister of North Korea's leader Kim Jong Un attends wreath laying ceremony at Ho Chi Minh Mausoleum in Hanoi
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  • Kim Yo Jong, irmã do líder Kim Jong Un, disse que os exercícios militares entre EUA e Coreia do Sul, que começaram esta semana, são um “preparo de guerra provocativo e agressivo” que prejudicará a estabilidade regional.
  • Os exercícios anual Freedom Shield envolvem mais de 18 mil tropas sul-coreanas e americanas, com atividades dia e noite em solo, mar, ar, espaço e ciberespaço da Coreia do Norte.
  • Seção: EUA e Coreia do Sul afirmam que as manobras são defensivas e incluirão cenários de dissuasão relacionados às armas nucleares da Coreia do Norte.
  • O exercício também serve como oportunidade para preparar a transferência do comando operacional de guerra dos EUA para a Coreia do Sul, com meta de concluir até 2030.
  • O contexto ocorre um mês após Kim Jong Un ter dito que vai ampliar o arsenal nuclear.

A coreia do Norte, por meio da irmã do líder Kim Jong Un, Kim Yo Jong, classificou os exercícios militares entre Estados Unidos e Coreia do Sul como um ensaio de guerra provocativo e agressivo que comprometeria a estabilidade regional. O anúncio foi veiculado pela KCNA nesta terça-feira.

As manobras, que começaram nesta semana, envolvem mais de 18 mil militares sul-coreanos e norte-americanos. Segundo Kim Yo Jong, os exercícios ocorrem dia e noite em terra, mar, ar, espaço e cyberspace, e representariam uma política hostil habitual contra a Coreia do Norte.

Contexto das manobras

Pequim e Seul descrevem as atividades como defensivas, vinculando-as a cenários de dissuasão relacionados às armas nucleares da Coreia do Norte. O exercício também serve para apoiar a transferência do controle operacional de guerra para a Coreia do Sul, prevista para ocorrer até o fim do mandato do presidente sul-coreano, em 2030.

Enquanto isso, Kim Jong Un sinalizou continuidade de esforços estratégicos na direção de expandir o arsenal nuclear, anúncio feito durante o congresso do partido no mês passado, o que eleva a tensão na região. As autoridades envolvidas reiteraram a natureza defensiva das manobras, sem indicar mudanças de plano.

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