- O presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, disse que Seul não pode impedir que as forças dos EUA em Coreia enviem algumas armas para fora do país, mas que isso não afetaria a dissuasão contra a Coreia do Norte.
- Lee mencionou que houve controvérsia recente sobre o envio de armas pelas forças dos EUA na Coreia, e que Seul expressou oposição, mas não está em posição de fazer exigências.
- A Chefe de Relações Exteriores da Coreia do Sul, Cho Hyun, afirmou que EUA e Coreia do Sul discutiam a possível realocação de alguns sistemas de defesa Patriot, baseados na Coreia, para uso no conflito no Oriente Médio.
- O relato é feito em meio a discussões sobre o redesdobramento de capacidades militares dos EUA na região, sem detalhes sobre prazos ou decisões finais.
South Korea confirmou que não pode impedir os Estados Unidos de reativar o envio de parte de seu armamento para fora do país. A afirmação foi feita pelo presidente Lee Jae Myung, durante declaração em Seul.
Segundo o chefe de Estado, houve controvérsia recente sobre o deslocamento de armas americanas em território sul-coreano, mas Seul não está em posição de exigir mudanças ou impor condições. A posição é de manter a cooperação bilateral.
A assessoria do Ministério das Relações Exteriores apontou que, na semana anterior, o governo sul-coreano discutiu com Washington a possível realocação de sistemas Patriot para uso em um eventual conflito no Oriente Médio. As negociações seguem sem anúncio de medidas específicas.
Contexto e impactos
A Administração sul-coreana busca esclarecer impactos estratégicos da possível redistribuição de armamentos. Autoridades destacam que a deterrência contra a Coreia do Norte não deve ser afetada pela operação de deslocamento de armas americanas.
Lee Jae Myung e Cho Hyun, em diferentes pronunciamentos, enfatizam manter a cooperação militar com os EUA como prioridade, ressaltando objetivos de segurança regional e aliança estratégica. O tema envolve decisões logísticas e políticas de defesa.
A retratação sobre o tema ocorre em meio a discussões sobre participação de aliados em operações globais, incluindo o Oriente Médio. Não houve anúncio de prazos ou locais de implantação de equipamentos.
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