- O Pentágono confirmou sete mortes entre militares e 150 feridos, sendo 108 com lesões leves e oito graves.
- Os dois primeiros dias da guerra teriam custado US$ 5,6 bilhões em munições, segundo o The Washington Post.
- A Casa Branca está em meio ao caos sobre a duração do conflito; Trump disse que a ofensiva pode estar adiantada, mas não pretende encerrar sem condições.
- Irã não cede e intensifica ataques; Teerã e seus aliados reagem, com ameaça de fechar o estreito de Ormuz e ataques a Israel e a países do Golfo; Mojtaba Jameneí é o novo líder iraniano.
- Há movimentação diplomática: Trump disse que é possível conversar com as novas autoridades em Teerã, dependendo das condições; Steve Witkoff deve viajar a Israel para tratar dos próximos passos.
A Casa Branca mergulha em incerteza sobre a duração da guerra e os próximos passos. A Administração admite que 150 soldados dos EUA ficaram feridos na ofensiva, sem detalhar o total de mortos.
Em entrevista, o Pentágono informou as primeiras baixas militares e indicou que 108 feridos tiveram lesões leves, oito graves. A divulgação é a primeira confirmação oficial de feridos desde o início dos ataques.
O presidente Donald Trump aponta avanços da ofensiva acima do previsto, mas sinaliza cautela para evitar prolongar o conflito. A Casa Branca tenta manter a mensagem de que não se repetirá uma intervenção prolongada no estilo de guerras anteriores.
No front diplomático, há tensão e negociações inconsistentes. Trump mencionou a possibilidade de conversar com autoridades iranianas, dependendo das condições. Ao mesmo tempo, o novo líder iraniano, Mojtaba Jamenei, assume um papel central na resposta ao esforço americano.
O Pentágono prevê o que classifica como o dia mais intenso de ataques dentro do Irã, com aumento de uso de caças e bombarderos, além de intensificar a coleta de inteligência. A ofensiva também envolve ações contra alvos no Golfo e no território iraniano.
Enquanto isso, autoridades iranianas anunciam repostas militares contra Israel e países do Golfo, e ameaçam medidas como o fechamento do estreito de Ormuz. A resposta em Israel inclui novos bombardeios em Teerã e no Líbano, segundo informações oficiais.
No front público, pesquisas indicam resistência doméstica: 53% dos eleitores são contrários à guerra, 40% a apoiam. A sondagem também mostra amplas resistências à eventual envio de tropas norte-americanas ao território iraniano.
A Administração enfatiza que o objetivo é evitar uma guerra interminável e impedir que o Irã obtenha armas nucleares, além de conter o programa de mísseis e a presença naval. O governo sustenta que ações são proporcionais e graduais para alcançar tais metas.
Paralelamente, as autoridades destacam que o custo econômico já é perceptível. O Pentágono aponta gastos com munições e strikes, enquanto o consumo interno de combustível continua elevado, impactando preços em alguns estados.
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