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Navio de guerra britânico HMS Dragon parte para o Mediterrâneo Oriental

Destroyer britânico HMS Dragon parte para o Mediterrâneo oriental após ataques a Chipre, sob críticas à prontidão militar e à cooperação com os EUA

Supplies are loaded on HMS Dragon as it prepares to deploy to the Mediterranean, in Portsmouth, Britain, March 8, 2026. PO Phot Chris Sellars/UK MOD/Handout via REUTERS
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  • O destróier HMS Dragon, da Marinha britânica, partiu para o Mediterrâneo oriental na terça-feira, mais de uma semana após o ataque aliado à base britânica de Akrotiri, em Chipre.
  • Em 1º de março, a RAF Akrotiri foi atingida por drone de origem iraniana, possivelmente lançado do Líbano ou do Iraque.
  • O governo britânico enfrenta críticas por demorar a enviar a embarcação, enquanto navios de aliados chegaram à região em poucos dias após as ações contra o Irã.
  • O governo afirma ter pré-implantado ativos no región, incluindo radares, defesa aérea e jatos F-35, além de destacar cooperação estreita com os Estados Unidos.
  • O presidente norte-americano Donald Trump criticou a atuação britânica, enquanto o primeiro-ministro Keir Starmer autorizou o uso de bases britânicas para ações defensivas, não para ofensivas sem respaldo legal e plano claro.

HMS Dragon, destróier de defesa aérea da Marinha britânica, partiu rumo ao Mediterrâneo Oriental na terça-feira, após mais de uma semana desde o ataque com drone à base de RAF Akrotiri, em Chipre. A decisão de deslocar a embarcação foi tomada há uma semana, mas a preparação levou vários dias.

O objetivo declarado é reforçar a prontidão na região diante de ataques recentes entre EUA, Israel e Irã. O governo britânico ressalta que já havia mobilizado ativos, como sistemas de radar, defesa aérea e jatos F-35, antes do posicionamento do destróier.

A operação ocorre em meio a críticas sobre a capacidade de resposta britânica e à cooperação estreita com os EUA, inclusive para o uso de bases britânicas para ações defensivas. A posição de Keir Starmer sobre envolvimento ofensivo permanece condicionada a aspectos legais e a um plano claro.

Contexto e desdobramentos

O ataque de 1º de março contra a base em Chipre foi atribuído a um drone de origem iraniana, com suspeita de ter sido lançado a partir do Líbano ou do Iraque. Ataques de retaliação do Irã em outras partes do Golfo vêm sendo acompanhados pela comunidade internacional.

Geralmente, aliados como Grécia e França enviaram navios e meios de apoio rapidamente, o que intensificou a pressão sobre o governo britânico para reagir de forma coordenada. O HMS Dragon é um destróier Type 45 equipado com o sistema Sea Viper e radares avançados para rastrear e neutralizar ameaças aéreas.

O governo britânico destaca cooperação próxima com os Estados Unidos na preparação e resposta ao conflito. Não há confirmação de participação britânica em ações ofensivas, seguindo diretrizes legais e um plano definido. A cobertura das operações foi conduzida pela imprensa internacional.

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