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Secretário de Energia dos EUA apaga post sobre escolta naval Estreito de Hormuz

Secretaria de Energia dos Estados Unidos apaga publicação sobre a escolta da Marinha dos Estados Unidos a petroleiro pelo Estreito de Hormuz; Irã nega a operação

Shield of the Americas Summit in Doral, Florida
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  • O secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, deletou na terça-feira uma postagem no X na qual dizia que a Marinha dos EUA havia escoltado com sucesso um navio petroleiro pelo Estreito de Hormuz para manter o petróleo fluindo aos mercados globais.
  • Não ficou claro o motivo da exclusão da publicação.
  • Um porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã contestou a afirmação, dizendo que nenhum navio petrolífero foi escoltado pela força americana pelo estreito.
  • Segundo Alimohammad Naini, qualquer movimento da frota dos EUA e de seus aliados será parado por mísseis e drones, e a alegação de que um petroleiro tenha passado pelo Estreito de Hormuz é uma mentira, conforme a imprensa estatal.
  • A reportagem é de Jasper Ward, Idrees Ali e Phil Stewart, em Washington, e Elwely Elwelly, em Dubai; edição de Michelle Nichols e Chris Reese.

O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, apagou nesta terça-feira uma postagem feita no X na qual afirmava que a Marinha dos EUA escoltou com sucesso um navio petroleiro pelo estreito de Hormuz, para manter o fluxo de óleo aos mercados globais. Não está claro o motivo da exclusão da publicação.

Segundo a postagem apagada, a escolta ocorreu pelo uso da Marinha dos EUA. A declaração sugeria que a passagem visava garantir a continuidade do abastecimento global. O conteúdo foi removido pouco tempo depois de publicado.

Um porta-voz dos Guardiões da Revolução Islâmica do Irã rebateu a afirmação. Segundo a imprensa estatal iraniana, não houve escolta de navio norte-americana pelo estreito. O canal estatal citou que movimentos da frota dos EUA seriam contidos por mísseis e drones.

Reação internacional e próximas etapas

  • A agência de notícias Reuters informou que a Redação em Washington continuou acompanhando o assunto, com repórteres em diversas localidades.
  • A cobertura citou ainda que o Irã chamou a alegação de falsa, em tom crítico, destacando sua posição sobre a segurança da estratégica rota marítima.
  • Não houve confirmação independente sobre a passagem de navio específico ou de atos de escolta na região.

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