- Um cargueiro foi atingido por um projétil no estreito de Ormuz, a cerca de 25 milhas náuticas ao noroeste de Ras al Jaima, com danos relatados e evacuação da tripulação, segundo o UK Maritime Trade Operations (UKMTO).
- O exército israelense bombardeou um bloqueio de vivendas no centro de Beirute; Irã continua lançando drones e mísseis contra países do Golfo. Qatar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait relatam novos ataques.
- No Iraque, uma instalação diplomática dos Estados Unidos foi atacada por drone, conforme informações do The Washington Post.
- O mercado de petróleo permanece volátil: a Agência Internacional de Energia (AIE) deve anunciar a maior liberação de reservas da história; Brent em torno de 88 dólares o barril e West Texas Intermediate (WTI) em cerca de 84 dólares.
- Autoridades britânicas recomendam navegação com cautela e solicitaram que embarcações denunciem atividades suspeitas à UKMTO, enquanto as investigações seguem.
O Reino Unido informou que um projétil atingiu um barco portacontêineres no estreito de Ormuz, a cerca de 46 km a noroeste de Ras al Jaima, nos Emirados Árabes. A tripulação foi evacuada e ainda não há confirmação sobre a extensão dos danos.
Paralelamente, autoridades libanesas relatam que Israel bombardeara um bloco de viviendas no centro de Beirute na madrugada desta quarta-feira. O ataque acontece em meio a uma escalada regional envolvendo Irã e rivais da região.
Ao mesmo tempo, Irã intensifica ataques com drones e mísseis contra alvos no Golfo. Países do Golfo, incluindo Qatar, Arábia Saudita, Emirados Árabes e Kuwait, registraram novos episódios de ataques. Em Bagdá, uma instalação diplomática dos EUA foi atingida por drone, segundo The Washington Post.
O incidente no estreito de Ormuz foi registrado pelo Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO). O relatório indica que o capitão relatou danos ao navio e informou que todos os membros da tripulação estão salvos. A autoridade marítima recomenda cautela adicional para as embarcações na área.
Segundo o UKMTO, ainda não se conhece a extensão dos danos no navio. A organização pediu que navios reportem qualquer atividade suspeita enquanto as investigações prosseguem. O episódio intensifica a tensão na região e segue acompanhando atenções internacionais.
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