- A Câmara dos Deputados rejeitou nesta quarta-feira a reforma eleitoral proposta pela presidente Claudia Sheinbaum.
- Foram 259 votos a favor, 234 contra e 1 abstenção; não houve maioria qualificada necessária para mudanças constitucionais.
- Os aliados habituais de Sheinbaum, os partidos Verde (PVEM) e dos Trabalhadores (PT), não deram o apoio à proposta.
- A proposta dizia fortalecer a democracia, ampliar a participação cidadã e reduzir custos eleitorais em cerca de um quarto, além de reduzir cadeiras no Senado e ampliar a supervisão de órgãos eleitorais.
- O chefe da comissão de reforma eleitoral, Pablo Gómez, informou que o sistema eleitoral mexicano teve custos de 3,55 bilhões de dólares em 2024.
A Câmara dos Deputados de México rejeitou nesta quarta-feira a reforma eleitoral proposta pela presidente Claudia Sheinbaum. A medida recebeu 259 votos a favor, 234 contra e uma abstenção, não atingindo a maioria qualificada necessária para mudanças constitucionais. Os aliados do partido no governo, PVEM e PT, não apoiaram a proposta.
A oposição argumentou que o texto buscaria concentrar poder nas mãos do Executivo e enfraquecer a independência de órgãos eleitorais. Mesmo com a maioria simples a favor, a reforma não conseguiu o respaldo polar esperado para avançar.
Claudia Sheinbaum apresentou a proposta no final de fevereiro, afirmando que a reforma fortaleceria a democracia, ampliaria a participação cidadã e reduziria custos eleitorais em cerca de 25%. O conteúdo também previa redução de cadeiras no Senado e maior supervisão de órgãos eleitorais.
Segundo Pablo Gomez, chefe da comissão de reforma eleitoral, o custo do sistema eleitoral mexicano chegou a 3,55 bilhões de dólares em 2024. A avaliação foi citada como base para justificar ajustes no modelo.
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