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Conflito no Estreito de Ormuz se intensifica após ataques a três navios de carga

Ataques no estreito de Ormuz atingem três navios; EUA dizem ter eliminado minas iranianas, aumentando tensões e afetando o tráfego mundial

Una embarcación de la Guardia Revolucionaria iraní realizaba un ejercicio militar en el Estrecho de Ormuz (en el Golfo Pérsico, al sur de Irán) el pasado 17 de febrero, nueve días antes del comienzo de la guerra.
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  • Três barcos foram atingidos no estreito de Ormuz por projéteis de origem desconhecida; o cargueiro Mayuree Naree pegou fogo, que foi controlado, sem dano ambiental, e a tripulação permaneceu a bordo; o porta-contêiner One Majesty sofreu danos menores e o Star Gwyneth também foi atingido, com a tripulação a salvo.
  • O tráfego pelo estreito caiu acentuadamente desde o início do conflito em 28 de fevereiro, com o estreito respondendo por cerca de 20% do petróleo e gás mundial.
  • O comando dos Estados Unidos afirmou ter “eliminado” 16 embarcações iranianas dedicadas à colocação de minas perto de Ormuz; o presidente Donald Trump disse que minas deveriam ser removidas imediatamente.
  • EUA e Israel realizaram novos ataques aéreos contra Irã; Teerã advertiu que responderá a ações em áreas residenciais e intensificou reclamações contra intervenções estrangeiras.
  • A tensão regional se manteve, com Irã aumentando a pressão diplomática e militar, e Israel reagindo a ataques na região; a situação provocou incerteza sobre navegação e segurança no Golfo.

O estreito de Ormuz voltou a registrar agressões a navios comerciais. Três cargueiros foram atingidos por disparos de origem não confirmada, perto do estratégico corredor marítimo que liga o Golfo ao restante do mundo. Um incêndio foi registrado a bordo do Mayuree Naree, graneleiro de bandeira tailandesa, a cerca de 20 quilômetros ao norte de Omã.

Segundo autoridades de segurança marítima, o incidente envolvendo o Mayuree Naree ocorreu a aproximadamente 11 milhas náuticas do litoral omanense, com o incêndio já controlado e sem dano ambiental. A tripulação permaneceu a bordo. O UKMTO confirmou o controle do fogo e confirmou que a tripulação está segura.

O One Majesty, porta-contêineres japonês, também foi atingido por um disparo não identificado a 46 quilômetros do noroeste de Ras al Khaimah. Os ocupantes estão bem e o navio segue em direção a um porto seguro. Em outra embarcação atingida, Star Gwyneth, graneleiro de bandeira das Ilhas Marshall, o casco sofreu danos, mas a tripulação está salva. Informações são de fontes de segurança marítima e da Vanguard, empresa de gestão de riscos.

A rota continua a registrar quedas no tráfego, com o estreito de Ormuz sendo passagem de cerca de 20% do petróleo e gás mundial. As ocorrências já elevam o total de ataques na região para pelo menos 14 desde o início do conflito entre Irã e rivais regionais.

O Comando Central dos EUA informou ter eliminado 16 embarcações iranianas dedicadas a colocar minas perto de Ormuz, em uma operação anunciada na noite de ontem. O governo americano fez menção de retirar minas caso fossem detectadas pelos iranianos, e o presidente Donald Trump reiterou a necessidade de retirada imediata caso haja minas.

Trump também contou que 10 navios inativos dedicados a minas teriam sido destruídos, segundo relatos oficiais. Em redes sociais, o presidente pediu a retirada de qualquer mina caso exista no canal, sem detalhar ações adicionais. Comentários sobre o uso de tecnologia parecida com ações contra narcotráfico foram citados pelo governo americano.

Paralelamente, a região vive uma escalada de ataques entre Estados Unidos, Israel e Irã. Ações aéreas contra alvos iranianos foram realizadas por EUA e Israel, com reflexos em Jerusalém, Beirute e Teerã. Fontes oficiais mencionam alertas de defesa antimísseis, deslocamentos de populares para abrigos e desdobramentos diplomáticos ao longo da região.

A tensão se estende ao Líbano, onde um novo bombardeio israelense atingiu Beirute, com apoio iraniano a grupos locais. Em Teerã, autoridades ressaltam que forças de segurança estão prontas para responder a protestos e ataques, reforçando o controle interno desde o início do conflito.

Segundo representantes iranianos, milhares de civis foram impactados pelo conflito, com danos a infraestrutura, habitações e serviços básicos. Organismos internacionais acompanham a evolução dos eventos enquanto a comunidade internacional busca canais para reduzir a escalada de violência.

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