- Três barcos foram atingidos no estreito de Ormuz por projéteis de origem desconhecida; o cargueiro Mayuree Naree pegou fogo, que foi controlado, sem dano ambiental, e a tripulação permaneceu a bordo; o porta-contêiner One Majesty sofreu danos menores e o Star Gwyneth também foi atingido, com a tripulação a salvo.
- O tráfego pelo estreito caiu acentuadamente desde o início do conflito em 28 de fevereiro, com o estreito respondendo por cerca de 20% do petróleo e gás mundial.
- O comando dos Estados Unidos afirmou ter “eliminado” 16 embarcações iranianas dedicadas à colocação de minas perto de Ormuz; o presidente Donald Trump disse que minas deveriam ser removidas imediatamente.
- EUA e Israel realizaram novos ataques aéreos contra Irã; Teerã advertiu que responderá a ações em áreas residenciais e intensificou reclamações contra intervenções estrangeiras.
- A tensão regional se manteve, com Irã aumentando a pressão diplomática e militar, e Israel reagindo a ataques na região; a situação provocou incerteza sobre navegação e segurança no Golfo.
O estreito de Ormuz voltou a registrar agressões a navios comerciais. Três cargueiros foram atingidos por disparos de origem não confirmada, perto do estratégico corredor marítimo que liga o Golfo ao restante do mundo. Um incêndio foi registrado a bordo do Mayuree Naree, graneleiro de bandeira tailandesa, a cerca de 20 quilômetros ao norte de Omã.
Segundo autoridades de segurança marítima, o incidente envolvendo o Mayuree Naree ocorreu a aproximadamente 11 milhas náuticas do litoral omanense, com o incêndio já controlado e sem dano ambiental. A tripulação permaneceu a bordo. O UKMTO confirmou o controle do fogo e confirmou que a tripulação está segura.
O One Majesty, porta-contêineres japonês, também foi atingido por um disparo não identificado a 46 quilômetros do noroeste de Ras al Khaimah. Os ocupantes estão bem e o navio segue em direção a um porto seguro. Em outra embarcação atingida, Star Gwyneth, graneleiro de bandeira das Ilhas Marshall, o casco sofreu danos, mas a tripulação está salva. Informações são de fontes de segurança marítima e da Vanguard, empresa de gestão de riscos.
A rota continua a registrar quedas no tráfego, com o estreito de Ormuz sendo passagem de cerca de 20% do petróleo e gás mundial. As ocorrências já elevam o total de ataques na região para pelo menos 14 desde o início do conflito entre Irã e rivais regionais.
O Comando Central dos EUA informou ter eliminado 16 embarcações iranianas dedicadas a colocar minas perto de Ormuz, em uma operação anunciada na noite de ontem. O governo americano fez menção de retirar minas caso fossem detectadas pelos iranianos, e o presidente Donald Trump reiterou a necessidade de retirada imediata caso haja minas.
Trump também contou que 10 navios inativos dedicados a minas teriam sido destruídos, segundo relatos oficiais. Em redes sociais, o presidente pediu a retirada de qualquer mina caso exista no canal, sem detalhar ações adicionais. Comentários sobre o uso de tecnologia parecida com ações contra narcotráfico foram citados pelo governo americano.
Paralelamente, a região vive uma escalada de ataques entre Estados Unidos, Israel e Irã. Ações aéreas contra alvos iranianos foram realizadas por EUA e Israel, com reflexos em Jerusalém, Beirute e Teerã. Fontes oficiais mencionam alertas de defesa antimísseis, deslocamentos de populares para abrigos e desdobramentos diplomáticos ao longo da região.
A tensão se estende ao Líbano, onde um novo bombardeio israelense atingiu Beirute, com apoio iraniano a grupos locais. Em Teerã, autoridades ressaltam que forças de segurança estão prontas para responder a protestos e ataques, reforçando o controle interno desde o início do conflito.
Segundo representantes iranianos, milhares de civis foram impactados pelo conflito, com danos a infraestrutura, habitações e serviços básicos. Organismos internacionais acompanham a evolução dos eventos enquanto a comunidade internacional busca canais para reduzir a escalada de violência.
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