- Irã teria colocado about a dozen minas no estreito de Hormuz, segundo duas fontes familiarizadas com o tema.
- A ação pode dificultar a reabertura da passagem, rota estratégica para o petróleo e o gás natural liquefeito.
- Exportações de petróleo e LNG pelo estreito foram suspensas pela guerra iniciada há 12 dias pelos EUA e Israel.
- A maioria das minas tem localização conhecida, mas não foi revelada como os EUA planejam agir.
- O presidente dos EUA, Donald Trump, exigiu a remoção imediata das minas e avaliou consequências militares caso não ocorram.
O Irã disseminou cerca de uma dúzia de minas no Estreito de Hormuz, segundo duas fontes familiarizadas com o assunto. A ação aumenta a complexidade para a reabertura de uma passagem estratégica para o petróleo e o gás natural liquefeito, dizem especialistas.
As minas foram detectadas após a escalada militar que envolve Estados Unidos e Israel, iniciada há 12 dias. A atividade ocorre em um ponto vital para o comércio de energia, responsável por uma parcela significativa das exportações globais de petróleo e LNG.
Fontes confiáveis apontam que a localização da maioria das minas é conhecida, mas não revelaram detalhes sobre como Washington planeja neutralizá-las. A CNN informou pela primeira vez sobre a mineração na passagem nessa semana.
Contexto e impactos
As autoridades militares dos EUA afirmaram ter neutralizado parte das minas, atingindo navios de lays-minas na região. No entanto, o comando marítimo americano não confirmou a possibilidade de escolta pública de cargas comerciais pelo estreito.
O governo dos EUA tem reiterado pressões para que o Irã retire as minas, enquanto a potência regional ameaça retaliação. A situação eleva o risco de interrupções adicionais no fluxo de petróleo e LNG pelo Estreito de Hormuz.
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