- A pesquisa da 21 Research Centre mostra Tisza liderando a ênfase dos eleitores decididos por 14 pontos percentuais à frente do governista Fidesz, ante 16 pontos na leitura anterior de janeiro.
- Entre os eleitores decididos, Tisza tem 53% e Fidesz, 39%.
- Entre todos os eleitores, Tisza aparece com 38% e Fidesz com 30%.
- Segundo a sondagem, Tisza poderia obter 115 cadeiras, enquanto Fidesz ficaria com 78 no Parlamento de 199 membros; Mi Hazank ficaria como único outro partido a ultrapassar o 5% para ocupar vagas.
- As eleições estão marcadas para 12 de abril, com o período de campanha na reta final e o cenário político definido pela guerra na Ucrânia e dificuldades econômicas.
O partido oposicionista húngaro Tisza mantiene a liderança na disputa pela Assembleia, segundo pesquisa publicada nesta semana. O estudo ocorre em meio à campanha que se aproxima das eleições de 12 de abril, em Budapeste, com o país enfrentando tensões regionais e desafios econômicos.
A sondagem, realizada entre 2 e 6 de março pelo 21 Research Centre, mostra queda pequena da vantagem de Tisza sobre o Farol Fidesz, do primeiro-ministro Viktor Orbán. A liderança era de 16 pontos em janeiro; agora é de 14 pontos entre eleitores decididos.
O Tisza, de orientação centro-direita, é chefiado por Peter Magyar, ex-integrante do governo. Magyar aposta em combate à corrupção, desbloqueio de bilhões de euros da UE e firme alinhamento da Hungria na UE e na OTAN.
Entre eleitores decididos, Tisza tem 53% e Fidesz 39%, segundo o levantamento. Em relação a todos os eleitores, o Tisza aparece com 38% e o Fidesz, com 30%.
Se confirmadas as tendências, o Tisza poderia obter 115 cadeiras no Parlamento de 199 assentos, frente a 78 para o Fidesz. O partido extremista Mi Hazank surgiria como a única outra sigla acima de 5%.
Magyar afirmou que a agenda do Tisza inclui reduzir a corrupção, destravar fundos da UE e consolidar a presença da Hungria na UE e na OTAN. O Fidesz cita outras pesquisas que indicam vitória, enquanto opositores veem vieses institucionais.
O temor entre analistas é que o quadro permaneça incerto, com muitos eleitores indecisos. A eleição ocorre em meio ao conflito entre Rússia e Ukraine e a economia, que influenciam os cenários de voto.
O Fidesz destaca sondagens que apontam caminho vitorioso, mas opositores acusam possíveis ligações de fontes dos estudos com o partido no poder. O panorama permanece estável, porém sem definição final.
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