Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Marrocos planeja repatriar cidadãos vinculados ao EI do Iraque, afirma oficial

Marrocos avalia plano de repatriação de nacionais que lutaram pelo Estado Islâmico na Síria, detidos no Iraque após transferência dos EUA

Syrian Democratic Forces vehicles withdraw from the front lines, in Hasakah
0:00
Carregando...
0:00
  • Morocco está elaborando um plano de repatriação de seus nacionais que lutaram pelo Estado Islâmico na Síria e foram transferidos para detenção no Iraque pelos EUA.
  • O plano considera combaterentes, mulheres que viveram nos campos da SDF na Síria e seus filhos, afirmou uma autoridade de segurança.
  • Existem 1.667 jihadistas marroquinos na Síria e no Iraque; 244 estavam detidos em prisões sob controle da SDF no nordeste da Síria.
  • 279 ex-combatentes já retornaram ao território marroquino; desde o início da crise síria, 125 mulheres retornaram, e há 269 mulheres e 627 menores ainda na zona de conflito ou em campos da SDF.
  • No Maroc, ingressar em grupos jihadistas no exterior é punível com até dez anos de prisão.

Morocco está desenvolvendo planos para repatriar seus nacionais que lutaram pelo Estado Islâmico na Síria e foram transferidos pelos EUA para detenção no Iraque, disse uma autoridade de segurança na quinta-feira. A informação foi divulgada em Rabat.

O Departamento de Defesa dos EUA começou a deslocar membros do IS a partir de janeiro, após o colapso das Forças Democráticas Sírias, que guardavam instalações com combatentes e civis vinculados ao grupo. O objetivo era transferir prisioneiros para outros locais.

Iraq tem feito apelos a países muçulmanos e ocidentais para que tragam de volta seus cidadãos, enquanto Moçambique planeja etapas para o retorno. A autoridade afirmou que há diversidade entre o grupo a ser alcançado, incluindo combatentes, mulheres e crianças.

Dados e contexto

Segundo a fonte, são 1.667 os fighters estrangeiros marroquinos na Síria e no Iraque. Desses, 244 estavam detidos em prisões sob controle das SDF, no nordeste da Síria. Já 279 ex-combatentes retornaram ao reino.

Ainda conforme o levantamento, 269 mulheres permanecem na zona de conflito, juntamente com 627 menores. Em acampamentos administrados pela SDF na região nordeste da Síria, encontram-se 134 mulheres e 354 crianças. Desde o início da crise síria, 125 mulheres retornaram ao Marrocos.

Historicamente, o retorno de combatentes marroquinos já ocorreu. Em março de 2019, o país repatriou oito fighters detidos pela SDF, que foram julgados em Moçambique e cumprem penas entre 13 e 18 anos por terrorismo.

A legislação marroquina prevê pena de até 10 anos de prisão para quem se junta a grupos jihadistas no exterior. O briefing ressalta que o aparato de segurança investiga casos sob criteriosa avaliação.

O BCIJ, braço central da agência de contra-terrorismo, anunciou que, desde 2015, já desmantelou dezenas de células e prendeu mais de mil suspeitos ligados a jihadistas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais