- A guerra no Oriente Médio gera a maior interrupção de fornecimento de petróleo já registrada, segundo a Agência Internacional de Energia (AIE).
- Países do Golfo reduziram a produção total em pelo menos 10 milhões de barris por dia (mb/d), quase 10% da demanda mundial.
- Sem rápida retomada dos fluxos de navegação, essas perdas devem aumentar, afirma a AIE.
- No dia anterior, a agência concordou em liberar volume recorde de petróleo de estoques estratégicos.
- A AIE mantém vigilância sobre o impacto do conflito nos preços e no equilíbrio entre oferta e demanda global.
O que aconteceu: a guerra no Oriente Médio desencadeou a maior interrupção de oferta de petróleo já registrada, segundo a Agência Internacional de Energia (IEA). A comunicação ocorreu em Londres nesta quinta-feira, um dia após a IEA concordar em liberar volume recorde de petróleo de estoques estratégicos.
Quem está envolvido: países do Golfo no Oriente Médio reduziram a produção de petróleo. A IEA atua como órgão de monitoramento e de orientação para o mercado global de energia.
Quando e onde ocorreu: o anúncio foi feito em Londres, na quinta-feira, 12 de março. A IEA divulgou o relatório mensal sobre o mercado de petróleo.
Por quê: o corte de produção decorre do conflito militar na região. Sem retomada rápida do fluxo de cargas, as perdas devem aumentar, segundo a IEA.
Estoques estratégicos e ações recentes
A IEA informou que os países do Golfo cortaram a produção total em pelo menos 10 milhões de barris por dia, volume próximo a 10% da demanda mundial. O recuo é atribuído ao atual conflito na região.
Os estoques estratégicos foram liberados em volume recorde, conforme decisão anunciada um dia antes. A medida visa mitigar o impacto ao abastecimento global diante da escalada do conflito.
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