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Novo líder supremo do Irã promete vingança e mantém o Estreito de Hormuz fechado

Mojtaba Jameneí, novo líder supremo do Irã, promete vingança e manter o estreito de Ormuz fechado; discurso lido na TV alimenta dúvidas sobre sua saúde

Imagen de Mojtaba Jameneí difundida en los medios oficiales iraníes, que han leído su primer mensaje al pueblo desde su designación el pasado domingo.
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  • Mojtaba Jameneí, novo líder supremo do Irã, prometeu vingança pelos “mártires” da guerra e disse que o estreito de Ormuz continuará fechado para pressionar os inimigos.
  • A mensagem foi lida pela televisão estatal sem que ele tenha aparecido em vídeo ou feito discurso direto, alimentando dúvidas sobre seu estado de saúde.
  • Jameneí pediu unidade e advertiu que o Irã atacará “todas as bases americanas” na região, cobrando que vizinhos esclareçam sua posição contra EUA e Israel.
  • O Irã já realizou ataques a navios no Golfo Pérsico, incluindo dois barcos atracados em Basra e um porta-contêineres nos Emirados Árabes Unidos, somando-se a ações anteriores.
  • Há relatos de que Jameneí foi ferido levemente nas pernas em um bombardeio que ceifou a vida de familiares próximos, o que alimenta rumores sobre seu estado de saúde e a continuidade do regime.

Mojtaba Jamenei, novo líder supremo do Irã, afirmou nesta quinta-feira que os “mártires” da guerra iniciada em 28 de fevereiro receberão vingança. Ele também garantiu que o estreito de Ormuz permanecerá fechado para pressionar adversários e manteve ataques contra bases americanas na região. A mensagem foi lida pela televisão estatal, sem a presença física do líder.

O discurso foi lido em meio a rumores sobre o estado de saúde de Jamenei, que tem 56 anos. Não houve transmissão de vídeo dele, apenas a leitura de um texto sobre uma foto dele com a bandeira nacional. Comentários oficiais sugerem que ele não apareceu em pessoa ainda.

Jamenei reiterou a ideia de regionalizar o conflito, citando ataques a alvos próximos à região e afirmando que várias bases americanas devem ser fechadas imediatamente. Também pediu que vizinhos esclareçam sua posição em relação aos acusados de ataques contra civis iranianos.

Em relação aos ataques recentes, Teerã disse ter atacado dois barcos no Golfo Pérsico, atracados no porto de Basora, no Iraque, e um porta-contêis nos Emirados Árabes Unidos; outros três navios já haviam sido atingidos na véspera. A ofensiva total envolve ações na região e no espaço marítimo estratégico.

O líder sugeriu ainda que podem surgir novos fronts de conflito, sem detalhar quais seriam. A finalidade seria explorar vulnerabilidades do inimigo caso a guerra se intensifique, segundo o texto lido na televisão.

Fragmentos do discurso foram divulgados em um perfil de X criado pouco antes da leitura pública. Jamenei fez referência aos antecessores, incluindo Ali Jamenei, o “mártir da Revolução”, e mencionou a trajetória do pai, destacando a ideia de sacrifício em defesa do país.

O tom das falas contrasta com o silêncio em relação à presença física do líder. Estados Unidos e Israel sinalizaram que Jamenei está sob vigilância, com tom de ameaça de ação contra o líder escolhido pela República Islâmica. Fontes oficiais não detalharam a condição de saúde de Jamenei.

Além disso, analistas observam que o anúncio pode consolidar a narrativa de continuidade institucional em um regime onde o papel do guardião militar é relevante. A escolha de Jamenei como sucessor ocorreu rapidamente após a morte do líder anterior, sustentando a linha de comando do país.

Contexto e desdobramentos

  • A leitura do discurso sem vídeo aumenta dúvidas sobre a saúde de Jamenei, alimentando rumores entre analistas e veículos internacionais.
  • A promessa de fechar Ormuz e atacar bases americanas marca uma postura agressiva anunciada pelo governo iraniano.
  • Autoridades e especialistas avaliam impactos regionais, incluindo riscos para o tráfego marítimo e para a segurança de informações estratégicas no Iraque e nos Emirados.

As informações oficiais destacam que a política iraniana continua a enfatizar a resistência frente a pressões externas e a necessidade de defender interesses nacionais, sem oferecer datas para desdobramentos ou ações específicas futuro.

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