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Trump nomeia diplomata para liderar agência global de mídia dos EUA enfraquecida

Trump indica subsecretária de Estado para Diplomacia Pública para liderar a Agência de Mídia Global dos EUA, após juiz invalidar cortes promovidos por Kari Lake

A view of the Voice of America (VOA) building, a day after more than 1,300 of the employees of the media broadcaster, which operates in almost 50 languages, were placed on leave in Washington, D.C., U.S. March 16, 2025.
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  • O presidente Donald Trump indicou a subsecretária de Diplomacia Pública, Sarah Rogers, para liderar a Agência de Mídia Global dos EUA (USAGM).
  • Rogers assumiria o cargo de CEO da USAGM, visando fortalecer a coordenação entre a radiodifusão internacional norte‑americana e a diplomacia pública, sujeito à confirmação pelo Senado.
  • Até a confirmação, o secretário adjunto de Estado Michael Rigas exercerá interinamente as funções de CEO da agência.
  • A nomeação ocorre após o tribunal federal invalidar parte das ações tomadas pela ex-assessora sênior Kari Lake, que implementou cortes na equipe e nas operações da USAGM.
  • Lake havia promovido reduções significativas na Voice of America e em outras emissoras da USAGM; o juiz Royce Lamberth concedeu julgamento sumário aos demandantes, incluindo jornalistas da VOA e um sindicato.

A presidente Donald Trump indicou uma funcionária sênior do Departamento de Estado para liderar também a Agência Federal de Mídia Global dos EUA. A nomeação ocorre após um juiz federal ter invalidado cortes de pessoal da entidade feitos pela ex-CEO indicada por Trump. Washington anunciou a nomeação na quinta-feira.

A nomeada é a Subsecretária de Estado para Diplomacia Pública, Sarah Rogers, que já supervisiona a coordenação entre a agência e a diplomacia pública do governo. A função adicional visa ampliar a cooperação entre as emissoras internacionais financiadas pelos EUA, como a Voice of America, e as ações de diplomacia pública.

O pedido de confirmação fica a cargo do Senado, antes que Rogers assuma o cargo de CEO da USAGM. Enquanto isso, o Departamento de Justiça informou que o Vice-Secretário de Estado, Michael Rigas, atuará interinamente como diretor executivo.

Contexto e desdobramentos

Kari Lake, nomeada pela administração Trump como conselheira sênior da agência, promoveu reduções de quadro em serviços como Voice of America, Radio Free Asia e Radio Free Europe/Radio Liberty. A decisão judicial, proferida por Royce Lamberth, considerou que a nomeação de Lake violou leis federais e a cláusula de nomeação da Constituição.

A decisão judicial representa mais um revés para os esforços da administração em reduzir o alcance de agências de mídia pública. Lago começou a receber críticas de jornalistas e de uma união que representa trabalhadores federais, que cobraram o respeito a normas legais.

Rogers, caso confirmada, seria considerada uma artista de ligação entre a radiodifusão internacional e a diplomacia pública, consolidando a atuação norte-americana em países com regimes autoritários. A agência de mídia global, que tem como objetivo atingir centenas de milhões de pessoas, continua operando com o quadro interino até nova decisão.

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