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Um quinto de adolescentes australianos usa TikTok e Snapchat após a proibição

Um quinto de adolescentes australianos com menos de dezesseis anos ainda usa TikTok e Snapchat dois meses após a proibição, levantando dúvidas sobre filtros etários

Teens discuss Australia's social media ban for under-16s, set to take effect December 10, in Sydney
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  • Dois meses após a proibição, cerca de 20% dos adolescentes australianos com até 16 anos continuam usando TikTok ou Snapchat.
  • O uso caiu entre novembro e fevereiro, mas permanece acima de vinte por cento.
  • Entre 13 e 15 anos, 21,2% usavam TikTok e 20,3% usavam Snapchat em fevereiro.
  • O YouTube caiu 1 ponto percentual, para 36,9%, embora nem todos estejam logados nas contas.
  • A lei prevê bloqueio para menores de 16 anos ou multa de até A$ 49,5 milhões; regulador diz que dará tempo para adaptação.

Dois meses após a proibição de uso de redes sociais por menores de 16 anos na Austrália, ainda pouco mais de 20% dos adolescentes de 13 a 15 anos acessavam TikTok e Snapchat, segundo dados da empresa de controle parental Qustodio. A pesquisa foi realizada com famílias australianas entre o final de 2024 e fevereiro.

O banimento determina que plataformas como Instagram, Facebook, Threads, YouTube, TikTok e Snapchat bloqueiem usuários com menos de 16 anos, sob pena de multa de até A$ 49,5 milhões. As autoridades dizem que ajustes levarão tempo, com ações apenas em casos de não conformidade sistêmica.

A reportagem não teve comentários imediatos da eSafety ou do Ministério das Comunicações. Representantes de Snapchat e TikTok também não comentaram confirmadamente. WhatsApp mostrou leve alta entre 13-15 anos, enquanto YouTube registrou queda modesta no uso.

Impacto do ban

A queda no uso de Snapchat caiu 13,8 pontos percentuais, para 20,3%, entre novembro e fevereiro, e o TikTok caiu 5,7 pontos, para 21,2%. O YouTube registrou 36,9%, queda de 1 ponto. A queda é mais acentuada no fim do ano letivo australiano.

Observações da pesquisa

A pesquisa da Qustodio acrescenta que crianças cujos pais não bloquearam o acesso continuam a usar plataformas com restrição. Dados não especificam se os jovens estavam logados. Também não há confirmação de migração para plataformas não reguladas.

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