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Equador decreta toque de recolher em províncias costeiras

Noboa decreta toque de recolher noturno em quatro províncias costeiras para apoiar operações militares com apoio dos Estados Unidos

Ecuador's President Daniel Noboa delivers a speech during the International Economic Forum Latin America and the Caribbean 2026, in Panama City, Panama, January 28, 2026. REUTERS/Aris Martinez
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  • O presidente do Equador, Daniel Noboa, decretou toque de recolher noturno em quatro províncias costeiras a partir de 15 de março, das 23h às 5h.
  • A medida tem como objetivo facilitar operações militares contra organizações criminosas com apoio dos Estados Unidos.
  • As províncias atingidas são Guayas, El Oro, Santo Domingo e Los Ríos, rotas-chave do tráfico de drogas no país.
  • Operações conjuntas entre Equador e Estados Unidos, iniciadas no começo de março, resultaram na destruição de um acampamento de traficantes próximo à fronteira com a Colômbia, gerido pelo grupo Border Commandos, formado por dissidentes das FARC, com capacidade para 50 pessoas.
  • Noboa tem a repressão à criminalidade como prioridade de seu governo e já criticou a política colombiana no combate ao tráfico, além de ter implementado tarifas sobre importações da Colômbia.

O presidente do Equador, Daniel Noboa, decretou um toque de recolher noturno em quatro províncias costeiras para facilitar operações militares contra organizações criminosas, com apoio dos Estados Unidos. A medida entra em vigor no dia 15 de março, das 23h às 5h, local.

O toque de recolher abrange Guayas, El Oro, Santo Domingo de los Tsáchilas e Los Ríos, principais rotas de tráfico no país. A iniciativa faz parte de uma ofensiva do governo contra o crime organizado em parceria com autoridades americanas.

Operações conjuntas entre Equador e EUA já haviam começado no início de março. Segundo o Ministério da Defesa, uma ação próxima à fronteira com a Colômbia destruiu um acampamento de traficantes operado por dissidentes das FARC, com capacidade para abrigar até 50 pessoas.

Detalhes da cooperação e objetivos

Noboa tem feito da repressão militar ao crime organizado uma marca de seu governo. Ele tem criticado o governo colombiano por não conter o tráfico e adotado medidas adicionais para conter a passagem de ilícitos pelo território vizinho.

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