- O presidente dos EUA, Donald Trump, disse considerar uma “grande honra” matar os líderes do regime iraniano, chamando-os de “escória trastornada”.
- O Tesouro dos Estados Unidos autorizou temporariamente a compra de petróleo russo em trânsito para conter a escalada dos preços e pediu a criação de uma coalizão internacional, liderada pela marinha, para escoltar navios no estreito de Ormuz.
- Uma milícia pró-iraniana no Iraque reivindicou ter derrubado um avião cisterna americano; os EUA negam ter sido derrubado por fogo hostil, mas confirmam envolvimento de outro avião e informaram ter iniciado uma operação de resgate.
- Um ataque em Iraque na madrugada de hoje deixou um soldado francês morto, segundo anúncio feito pelo presidente francês Emmanuel Macron.
- Israel realizou novos ataques no Líbano após o impacto de um míssil que deixou mais de cinquenta feridos no norte de Israel.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que é um “gran honor” matar líderes do regime iraniano, em meio a uma escalada de ataques na região. A declaração ocorre enquanto a tensão entre EUA, Israel e Irã aumenta a cada dia.
Nos bastidores, o Tesouro dos EUA discutiu medidas para conter a alta de preços. Scott Bessent sugeriu uma coalizão internacional liderada pela marinha para escoltar navios no estreito de Ormuz. Além disso, o governo autorizou temporariamente a compra de petróleo russo em trânsito para conter a elevação dos preços.
No terreno, uma milícia pró-iraní reivindicou ter derrubado um avião cisterna americano no Iraque. Washington não confirmou que o dano tenha vindo de fogo hostil, mas informou que houve outro avião envolvido e que operações de resgate estão em curso. Um soldado francês morreu em outro ataque no Iraque, conforme anúncio de Emmanuel Macron.
Na frente de combate, Israel realizou novos ataques no Líbano após um lançamento de mísseis que deixou mais de 50 feridos no norte de Israel. As ações ocorreram em meio a recentes investidas contra alvos do conflito na região. Diversos países acompanham as consequências para a estabilidade regional.
O embaixador iraniano na ONU, Amir Saeid Iravani, afirmou que Teerã não fechará o estreito de Ormuz. Ainda assim, ressaltou o direito de preservar a paz e a segurança nessa passagem estratégica para o petróleo global. O tom é de alerta e preservação de vias marítimas.
Desdobramentos internacionais seguem em aberto. EUA e aliados avaliam respostas militares e diplomáticas, enquanto países vizinhos monitoram impactos nos preços de energia e na segurança regional. O cenário permanece volátil e sem sinais claros de desescalada imediata.
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